A retirada de pintas é um procedimento que pode ter finalidade estética ou preventiva, mas também está diretamente relacionada à saúde da pele. Nem todo sinal exige remoção, mas em algumas situações o médico precisa avaliar para descartar riscos.
Identificar alterações no formato, cor ou textura de uma pinta pode fazer a diferença no diagnóstico precoce de doenças de pele, como o melanoma. Por isso, é importante saber quando buscar ajuda especializada.
Nem todas as pintas apresentam risco, mas algumas podem indicar alterações celulares que precisam ser investigadas. Muitas vezes, as pessoas fazem o procedimento por estética, para remover lesões em áreas visíveis ou que causam incômodo no dia a dia.
Do ponto de vista médico, a remoção é necessária3 quando há suspeita de malignidade, histórico familiar de câncer de pele ou mudanças suspeitas na aparência do sinal. O objetivo é prevenir complicações e preservar a saúde da pele.
Nem todo sinal que aparece na pele é motivo de alarme. Pintas comuns, geralmente, têm formato regular, cor homogênea e bordas bem definidas. Já sinais preocupantes podem apresentar assimetria, tonalidade variada, crescimento rápido e bordas irregulares.
Reconhecer essas diferenças é essencial para decidir se é hora de procurar um dermatologista. Essa avaliação ajuda a definir se a retirada de pintas é apenas preventiva ou necessária por segurança.
Algumas características indicam a necessidade de atenção imediata. Mudança de cor, sangramento, coceira persistente e aumento de tamanho são exemplos que justificam uma avaliação médica.
O método ABCDE (Assimetria, Bordas, Cor, Diâmetro e Evolução) é amplamente aceito para analisar pintas e sinais na pele. Ele auxilia o profissional a identificar lesões suspeitas que precisam de remoção ou acompanhamento de perto.
Existem diferentes técnicas para remoção, e a escolha depende da localização, tamanho e suspeita clínica da lesão. A retirada de pintas pode ser feita por cirurgia simples, eletrocoagulação, crioterapia ou laser.
A remoção cirúrgica, por exemplo, é uma boa opção quando há necessidade de análise laboratorial (biópsia). Já métodos como laser ou crioterapia costumam ser aplicados em casos puramente estéticos, sem suspeita de câncer de pele.
Antes de realizar o procedimento, é fundamental passar por consulta dermatológica. O médico avalia o histórico do paciente, examina a pinta e, se necessário, solicita exames complementares.
Evitar exposição solar, não aplicar produtos irritantes e seguir orientações prévias garantem mais segurança e melhor recuperação. Essa etapa também define o método mais adequado para cada caso.
O tempo de recuperação varia de acordo com a técnica utilizada. Por exemplo, em remoções cirúrgicas, o médico pode precisar dar pontos e retirá-los após alguns dias. Em procedimentos a laser, a recuperação costuma ser mais rápida.
Independente do método, é importante que o paciente mantenha a área limpa, aplique pomadas prescritas e evite exposição solar até a cicatrização completa. Assim, reduz-se o risco de manchas e infecções.
Manter a pele saudável é a melhor forma de prevenir problemas. Uso diário de protetor solar, hidratação adequada e autoexame mensal ajudam a identificar alterações precocemente.
Além disso, consultar o dermatologista uma vez ao ano, mesmo sem sintomas, é uma medida preventiva importante. Essa rotina favorece o diagnóstico precoce e reduz a necessidade de procedimentos mais invasivos.
Na Clínica Luciana Pepino, a retirada de pintas é realizada com técnicas modernas e seguras, sempre priorizando a saúde e a estética da pele. Dessa forma, cada paciente recebe avaliação individualizada para definir o método mais adequado.
O acompanhamento inclui cuidados pré e pós-procedimento, garantindo resultados satisfatórios e mínima cicatriz. Esse cuidado integral é fundamental para preservar a beleza e, principalmente, a saúde da pele.
Saiba que todo procedimento envolve riscos. Consulte sempre um médico.
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