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Supere os Obstáculos Para Fazer Cirurgia de Prótese Mamária

A cirurgia de colocação de prótese de silicone é um desejo muito comum entre mulheres. Mas, ainda existem muitas dúvidas, que fazem com que diversas pacientes cancelem ou adiem suas cirurgias

Aumentar o volume dos seios e ficar com novos contornos corporais pode elevar sua autoestima e mudar até mesmo as suas relações sociais.

No texto de hoje, vamos falar sobre como superar esses receios e fazer a cirurgia de colocação de prótese silicone!

Por que ainda há receio quanto a cirurgias plásticas?

Todo processo que envolva uma intervenção no corpo humano apresenta riscos e eles são a primeira preocupação de quem deseja fazer uma cirurgia plástica.

Um dos motivos pelos quais algumas pacientes têm medo dos riscos do procedimento cirúrgico é a desinformação. É fato que muitas mulheres não têm acesso a orientações corretas, embasadas cientificamente e confirmadas por um médico especialista.

Para se sentirem mais seguras, o ideal é que pesquisem sobre o assunto, busquem fontes confiáveis, como livros, e-books e artigos que as ajudarão a desmistificar informações que não são oficialmente divulgadas pela comunidade científica.

Outro problema comum, que costuma despertar o receio em pacientes, é a falta de comunicação com o médico. Um profissional que não está preocupado em tirar as dúvidas do paciente e responder a qualquer pergunta não perpetua uma relação de confiança.

Por isso, muitas pacientes não conseguem se sentir seguras nem com o profissional escolhido, nem com a cirurgia plástica, e deixam de fazer o que desejam.

Prótese mamária: quais são os receios mais comuns?

A cirurgia de colocação de prótese de silicone é um dos procedimentos mais conhecidos pelas brasileiras. Sua popularidade alcançou o auge no começo dos anos 2000 e cada vez mais mulheres desejam colocar as próteses.

Ainda que seja uma cirurgia conhecida, a colocação da prótese mamária é permeada por mitos que resultam da falta de informação das futuras pacientes.

Veja abaixo quais são os receios mais comuns de quem quer fazer esse procedimento e descubra por que eles não são tão assustadores quanto parecem:

Vazamento do silicone e rejeição

Quando a cirurgia de colocação de prótese mamária ainda era uma técnica recente e não tinha a sofisticação dos dias de hoje, algumas pacientes tiveram problemas com o implante: ele estourou, houve vazamento ou o corpo não aceitou o silicone.

No entanto, hoje em dia as próteses mamárias passam por uma fiscalização muito mais rigorosa, da Anvisa e do INMETRO, e cada modelo tem um número de série para que a paciente saiba a sua data de fabricação. Além disso, o silicone que preenche as próteses modernas é muito mais coesivo e não escorre.

Em relação ao que é conhecido pelas pacientes como rejeição, os médicos especialistas denominam este processo como contratura capsular. É uma ocorrência mais rara, em geral decorre da não substituição das próteses no período máximo indicado.

A prótese mamária é interpretada pelo organismo como um corpo estranho. Dessa forma, ela é envolvida por uma membrana fina como uma espécie de proteção.

Na contratura capsular, ocorre um espessamento dessa membrana,  pressionando a prótese e dando um aspecto endurecido e assimétrico às mamas.

Boa parte das contraturas ocorre em graus leves, podendo ter melhora com massagens, medicamentos e outros tratamentos não invasivos. As ocorrências mais severas são tratadas por meio de intervenções cirúrgicas. Não deixe de conferir também os tipos de cicatrizes pós cirúrgicas.

Câncer de mama

Já existem diversos estudos que comprovam que a prótese mamária não causa e nem influência no surgimento de câncer.

Quanto ao diagnóstico, a paciente pode ser diagnosticada pela mamografia de rotina. É importante avisar o técnico sobre a prótese para que ele posicione o aparelho de forma a pegar mais a área do tecido mamário.

Se ainda houver dúvidas, também é possível fazer uma ressonância magnética ou ultrassonografia mamária para detectar ou confirmar a existência do câncer de mama.

Amamentação

A prótese de silicone é posicionada abaixo do tecido mamário ou abaixo do músculo. portanto não interfere na produção de leite ou na amamentação.

Aparência exagerada

Quando a cirurgia de colocação de prótese mamária tornou-se uma febre entre as mulheres brasileiras, muitas exageravam na dose e colocavam próteses muito grandes. Isso gera um receio, até hoje, de que a aparência dos seios não vá ficar natural.

No entanto, existem diversos tipos de tamanhos e formatos de próteses mamárias. Com a ajuda do cirurgião, a paciente pode escolher a que ficar mais natural em seu corpo.

Confira os cuidados no pós-operatório

Muitas das histórias relacionadas às próteses mamárias têm a ver com complicações no pós-operatório – inchaços exagerados, cortes que não cicatrizaram bem, pontos que infeccionaram. Mas tudo isso pode ser evitado e você pode garantir um período pós-operatório sem complicações.

Tudo o que você precisa fazer é seguir todos os cuidados recomendados pelo médico. Tome as medicações na hora certa, faça repouso pelo tempo determinado, cuide dos curativos seguindo as instruções do cirurgião etc. Se você fizer isso, o período pós-operatório será tranquilo. Confira melhor qual a importância do sutiã pós-cirúrgico.

Fazer pesquisas e procurar se informar sobre a cirurgia de colocação de prótese mamária é uma das melhores maneiras de afastar seus medos e receios.

Porém, o mais importante é encontrar um profissional em quem você realmente confia, que tenha a experiência e a responsabilidade para sanar suas dúvidas e passar a segurança de que você precisa.

Quer deixar os receios de lado de uma vez por todas? Agende sua consulta com a Dra. Luciana Pepino e tire todas as suas dúvidas!

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Autor do Conteúdo

Foto DR. Luciana

| DRA. LUCIANA LEONEL PEPINO


  • Membro Especialista em Cirurgia Plástica pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica - SBCP.
  • Residência em Cirurgia Plástica no Hospital Universitário São José – Belo Horizonte (MG).
  • Residência médica em Cirurgia Geral no Hospital Universitário São José – Belo Horizonte (MG).
  • Formada em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais – Belo Horizonte (MG).