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Close de mulher madura com sinais de envelhecimento e flacidez no pescoço.

Conheça procedimentos para tratar a flacidez no pescoço

Entenda como o grau de flacidez ajuda a definir a técnica para tratar a flacidez no pescoço de forma individualizada.

O pescoço costuma evidenciar o envelhecimento porque reúne alterações na pele, na gordura e na musculatura. Para tratar a flacidez no pescoço, não existe uma única técnica indicada para todos os casos: a escolha depende do grau de frouxidão dos tecidos e das estruturas envolvidas.

Em quadros iniciais, uma abordagem cirúrgica mais limitada pode ser suficiente. Quando há excesso de pele, perda da definição mandibular, bandas cervicais ou deslocamento mais evidente dos tecidos, técnicas de maior alcance podem entrar no planejamento.

Por que o pescoço fica flácido com o tempo?

Com o envelhecimento, a pele perde colágeno e elasticidade, enquanto os tecidos profundos também sofrem mudanças. Enquanto isso, o platisma, músculo superficial do pescoço, pode apresentar frouxidão e formar bandas verticais e a redistribuição ou o acúmulo de gordura abaixo do queixo também pode contribuir para a chamada papada no pescoço.

A flacidez cervical varia de discreta a acentuada. Por isso, a avaliação considera pele, gordura, musculatura e contorno da mandíbula. A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) inclui perda de tônus muscular, pele frouxa e excesso de gordura sob o queixo entre as alterações que podem ser abordadas pelo lifting facial e cervical.

Microlifting para tratar a flacidez no pescoço leve a moderada

O Microlifting é uma cirurgia de menor extensão quando comparada a um lifting facial completo. Em geral, utiliza incisões mais reduzidas e uma área de descolamento mais limitada, com atuação sobre tecidos profundos do terço inferior da face e, conforme a indicação, do pescoço.

A técnica costuma ser considerada para pacientes com sinais iniciais de queda do contorno facial e flacidez leve a moderada. Esse perfil aparece com frequência a partir dos 40 anos, mas a idade isolada não determina a indicação.

Apesar de menos invasivo, o procedimento envolve incisões, anestesia e recuperação pós-operatória, e sua extensão precisa ser compatível com a anatomia do paciente.

Deep Plane Facelift para flacidez cervical moderada a acentuada

No Deep Plane Facelift, a dissecção ocorre abaixo do sistema músculo-aponeurótico superficial, o SMAS, permitindo liberar ligamentos e reposicionar tecidos profundos em conjunto.

Quando o planejamento inclui a região cervical, a cirurgia pode ser associada ao tratamento do platisma, do excesso de pele e da gordura submentoniana, conforme a necessidade. Assim, tratar a flacidez no pescoço em graus mais avançados pode exigir uma abordagem integrada da mandíbula e do pescoço.

Esse planejamento costuma fazer mais sentido diante de flacidez moderada ou acentuada, perda importante da linha mandibular, bandas cervicais e excesso de pele. A presença de papada também precisa de avaliação para identificar se predomina gordura, flacidez ou a combinação de ambas.

Como saber qual procedimento trata melhor a flacidez no pescoço?

De forma resumida, o Microlifting costuma atender sinais iniciais e flacidez leve a moderada, enquanto o Deep Plane Facelift se aplica a alterações estruturais mais marcadas. Essa comparação, porém, não substitui o exame físico.

Durante a consulta, o cirurgião avalia qualidade da pele, posição da gordura, frouxidão do platisma, excesso cutâneo e definição da mandíbula. A indicação nasce dessa combinação de fatores, e não apenas da idade ou da presença de papada.

A avaliação individual define a técnica mais adequada

Tanto o Microlifting quanto o Deep Plane Facelift podem fazer parte das opções para tratar a flacidez no pescoço, mas atendem graus e padrões anatômicos diferentes. A extensão da cirurgia precisa acompanhar a causa e a intensidade das alterações observadas.

Na avaliação com a Dra. Luciana Pepino, pele, gordura, musculatura e contorno facial são analisados em conjunto para definir a abordagem mais coerente com cada caso. Agende uma consulta para entender qual técnica pode ser considerada para o seu quadro.

Saiba que todo procedimento envolve riscos. Consulte sempre um médico.




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