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Para Quem E Indicado O Deep Plane Facelift

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Mulher com marcações no rosto durante avaliação médica.

Para quem é indicado o Deep Plane Facelift?

Entenda como a indicação do Deep Plane considera flacidez, perda de volume e alterações nas estruturas profundas da face.

A indicação do Deep Plane costuma ser avaliada em pacientes com sinais moderados ou acentuados de envelhecimento facial. Embora seja uma técnica de rejuvenescimento, sua escolha depende menos da idade cronológica e mais das mudanças anatômicas encontradas na face e no pescoço.

O Deep Plane Facelift atua abaixo do sistema músculo-aponeurótico superficial, conhecido como SMAS. Nessa região, o cirurgião pode liberar pontos de sustentação e reposicionar os tecidos que desceram ao longo dos anos, em vez de concentrar a correção somente na pele.

Quais sinais orientam a indicação do Deep Plane?

A indicação do Deep Plane pode ser uma opção quando o envelhecimento envolve diferentes camadas da face, com flacidez cutânea, deslocamento de gordura e perda de sustentação dos tecidos profundos.

Entre os sinais frequentemente avaliados estão a queda das maçãs do rosto, o aprofundamento do sulco nasogeniano, também conhecido como bigode chinês, e a formação dos jowls, que correspondem à perda de definição na lateral da mandíbula. 

Além disso, a papada, flacidez cervical e alteração do contorno entre o rosto e o pescoço também podem fazer parte do quadro. Ainda assim, a presença isolada de um desses sinais não confirma a necessidade da cirurgia.

Existe uma faixa etária ideal para a indicação do Deep Plane?

A faixa entre 40 e 70 anos costuma concentrar pacientes que procuram essa modalidade de lifting. Esse intervalo, entretanto, não representa uma regra médica nem garante a adequação da técnica.

Uma pessoa mais jovem pode apresentar flacidez relevante por características genéticas, perda expressiva de peso ou qualidade dos tecidos. Em outra situação, uma paciente com mais idade pode ter boa sustentação facial e precisar de um planejamento diferente.

Por isso, a indicação é principalmente anatômica. O cirurgião observa a posição das maçãs do rosto, a definição mandibular, a condição do pescoço, a elasticidade da pele e o comportamento das estruturas profundas.

Como é o Deep Plane Facelift?

Para compreender como é feito o Deep Plane Facelift, é preciso considerar que existem variações técnicas. De forma geral, o procedimento começa com incisões posicionadas em áreas discretas próximas às orelhas e, conforme o planejamento, no couro cabeludo.

A dissecção alcança planos abaixo do SMAS, permitindo o acesso aos ligamentos de retenção e a mobilização das estruturas faciais. Pele, gordura e SMAS podem ser reposicionados de forma integrada, com a intenção de redistribuir a tensão entre os tecidos, sem depender de tração excessiva sobre a pele.

A extensão das incisões e as áreas tratadas variam conforme a anatomia. O planejamento também pode incluir a região cervical quando existe flacidez no pescoço ou perda do contorno mandibular.

Quem não é um bom candidato?

Pacientes jovens com flacidez leve podem não precisar de uma cirurgia em planos tão profundos. Dependendo da avaliação, um microlifting ou outras abordagens podem oferecer uma correção proporcional à alteração encontrada.

A saúde geral também precisa de análise. Condições que prejudiquem a cicatrização, tabagismo e expectativas incompatíveis com os limites da cirurgia podem interferir na indicação ou exigir cuidados prévios.

A avaliação deve ocorrer camada por camada. Pele, compartimentos de gordura, SMAS, ligamentos de sustentação e estrutura óssea participam do processo de envelhecimento de maneiras diferentes. Escolher uma técnica apenas por sua popularidade pode levar a um plano pouco adequado às necessidades reais da paciente.

O Deep Plane pode ocorrer com outros procedimentos?

O Deep Plane Facelift pode fazer parte de um planejamento mais amplo. Quando há perda de volume, por exemplo, o enxerto de gordura pode ser uma alternativa para preencher áreas específicas e complementar o reposicionamento dos tecidos.

Outras associações dependem das alterações presentes e não deveriam ser realizadas automaticamente. O objetivo seria tratar os diferentes componentes do envelhecimento sem acrescentar procedimentos que não tragam benefício clínico para aquele caso.

A cirurgia de lifting facial precisa ser planejada de acordo com a anatomia, a condição da pele e os objetivos possíveis.

Portanto, a indicação do Deep Plane depende do grau de flacidez, da posição dos tecidos e das características estruturais de cada face. Somente uma consulta individual poderá confirmar se essa técnica seria adequada. Na clínica Dra. Luciana Pepino, o planejamento considera as diferentes camadas faciais, a segurança cirúrgica e expectativas realistas.

Saiba que todo procedimento envolve riscos. Consulte sempre um médico.




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