Quais cirurgias para os seios a Dra. Luciana realiza?

Médica com próteses na mão.

Prótese de silicone e lifting de mama estão entre as cirurgias para os seios que a Dra. Luciana Pepino oferece às suas pacientes. Saiba mais sobre essas e outras técnicas.

As mamas são um dos maiores símbolos da feminilidade, pois caracterizam a silhueta feminina, permitem a amamentação e estão relacionadas à sensualidade e a autoestima. Por isso, a cirurgia para os seios está entre as plásticas mais procuradas.

As mamas são uma região do corpo de grande relevância na vida da mulher. Quando começam a se desenvolver, a menina se dá conta de que seu corpo está em transformação. Mais tarde, porém, a flacidez dos seios é um sinal visível e palpável da passagem do tempo.

Além disso, quando a mulher não se sente confortável com o tamanho ou o formato de suas mamas, é muito comum que ela desenvolva problemas de autoconfiança que podem prejudicar seus relacionamentos ou dar origem a transtornos como depressão e ansiedade.

Embora até aqui só tenhamos falado sobre as mulheres, os homens também podem apresentar queixas em função do crescimento anormal de suas mamas. Felizmente, todos esses casos podem ser resolvidos com procedimentos cirúrgicos.

Cirurgia para os seios: conheça as possibilidades

De acordo com a Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica, a prótese de silicone e o lifting de mamas estão entre as cinco cirurgias plásticas mais realizadas no Brasil, ocupando respectivamente o primeiro e o quinto lugar no ranking.

Apesar disso, muita gente não conhece as diferenças e indicações de cada procedimento. Saiba mais sobre as cirurgias de mama realizadas pela Dra. Luciana Pepino:

1. Mamoplastia de aumento (prótese de silicone)

A mamoplastia de aumento consiste na inserção de próteses de silicone, as quais existem em vários formatos e tamanhos. Com isso, essa cirurgia para os seios é capaz de dar mais volume a mamas pequenas e de corrigir assimetrias.

Os implantes são colocados através de uma incisão que pode ser de três tipos: periareolar (ao redor da aréola), transaxilar (pelas axilas) e inframamária (sulco abaixo dos seios). Conforme o biótipo de cada paciente, a prótese pode ser inserida na frente ou atrás do músculo.

O pós-operatório da mamoplastia inclui evitar movimentar os braços acima da linha dos ombros, fazer repouso por 5 a 7 dias, não carregar peso, não dirigir por 15 a 20 dias, suspender as atividades físicas por 30 dias, usar o sutiã pós-cirúrgico e dormir de barriga para cima por 45 dias.

2. Mamoplastia redutora

Como o próprio nome sugere, essa cirurgia para os seios tem como objetivo reduzir o tamanho das mamas. Ela é indicada quando elas são desproporcionar em relação ao resto do corpo, trazendo problemas psicológicos e físicos.

Além da insatisfação com a imagem, mamas grandes demais podem trazer inconvenientes como limitação dos movimentos, problemas de postura, lesões na pele dos ombros, dor na coluna, infecções de pele abaixo dos seios e perturbações do sono.

A mamoplastia redutora é uma das poucas cirurgias plásticas que podem ser feitas ainda na adolescência – desde que a necessidade seja devidamente atestada por um médico especialista nessa área.

3. Mastopexia

Muitas pessoas pensam que a mamoplastia de aumento é a melhor forma de corrigir as mamas caídas, mas isso não corresponde à realidade. Na verdade, as próteses de silicone sozinhas podem acentuar a flacidez, pois vão exercer ainda mais pressão sobre os tecidos.

Em vez disso, a cirurgia para os seios flácidos é a mastopexia, também conhecida como lifting de mamas. Por meio dessa técnica, o cirurgião remove o excesso de pele e reposiciona a mama em uma posição mais elevada e jovem, combatendo a flacidez.

Se for necessário, a mastopexia pode ser feita com prótese de silicone, de modo a levantar a mama e, ao mesmo tempo, conferir mais volume a essa região.

4. Cirurgia de ginecomastia

A cirurgia de ginecomastia nada mais é do que uma espécie de mamoplastia redutora direcionada aos homens que apresentam um desenvolvimento anormal das mamas, que adquirem a aparência de mamas femininas.

Apesar de não representar um problema de saúde mais grave, esse crescimento é motivo de muita insegurança, principalmente entre os adolescentes – 65% dos casos ocorrem em jovens de 14 a 15 anos.

Nesse caso, a cirurgia tem como objetivos remover o volume excessivo (pele, gordura e tecido mamário), corrigir os mamilo e aréolas que porventura tenham se alargado e dar ao tórax um novo contorno com perfil mais masculino.

5. Redução de aréola e mamilo

O procedimento para corrigir o tamanho da aréola e do mamilo pode ser feito isoladamente, mas é mais comum que ele seja feito em associação com outra cirurgia para os seios, de modo a proporcionar um resultado mais harmonioso.

Embora não exista um padrão para essa área do corpo, aréolas muito alargadas podem dar a impressão de mamas envelhecidas, enquanto mamilos muito salientes podem causar constrangimentos por ficarem muito projetados mesmo por baixo da roupa.

Se essa cirurgia for feita isoladamente, o paciente recebe alta no mesmo dia e pode retomar suas atividades em 72 horas. Porém, quando o procedimento é feito junto com outra plástica das mamas, o pós-operatório deverá respeitar os demais cuidados necessários.

A avaliação presencial é essencial

Mesmo que agora você saiba um pouco mais sobre as plásticas mamárias, a escolha da melhor cirurgia para os seios sempre deve ser feita em conjunto com o médico especialista, no momento da avaliação presencial.

Nesta consulta, o cirurgião plástico vai conhecer as queixas e expectativas do paciente e avaliar suas condições da pele e estrutura torácica, informações fundamentais para a indicação da melhor técnica. Entre em contato para agendar sua avaliação com a Dra. Luciana Pepino!

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Autor do Conteúdo

Foto DR. Luciana

| DRA. LUCIANA LEONEL PEPINO


CRM-SP 106.491 | RQE: 25827

  • Membro Especialista em Cirurgia Plástica pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica - SBCP.
  • Residência em Cirurgia Plástica no Hospital Universitário São José – Belo Horizonte (MG).
  • Residência médica em Cirurgia Geral no Hospital Universitário São José – Belo Horizonte (MG).
  • Formada em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais – Belo Horizonte (MG).
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