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Você sabia que o resultado da sua cicatrização depende dos cuidados que você adota? Fique por dentro neste post

Você tem cicatrização ruim? Descubra o que fazer!

Após realizar uma cirurgia plástica, uma das principais dúvidas das pacientes é se pode comer chocolate no pós-operatório.

Assim como outras recomendações pós-cirúrgicas é importante que a paciente seja informada antecipadamente pelo médico responsável e não apenas com um “sim ou não”, mas com uma explicação completa sobre os motivos das indicações.

A seguir explicamos os perigos de comer chocolate no pós-cirúrgico, mas também quais alimentos são bem-vindos na fase de recuperação.

Pode comer chocolate no pós-operatório?

Como ocorre com outras indicações pós-operatórias a resposta é: depende!

Comer ou não chocolate no pós-operatório da cirurgia plástica será influenciado por fatores como o tipo de chocolate, a quantidade consumida, a condição de saúde da paciente e se ela tem predisposição a problemas de cicatrização.

O consumo de alimentos chamados de remosos atrapalha a cicatrização devendo ser evitado após uma cirurgia plástica. O que ocorre é que devido à concentração de açúcar e gorduras eles dificultam a circulação sanguínea, limitando a chegada dos nutrientes ao tecido lesionado que está cicatrizando.

Esse processo é comum ao consumo de vários alimentos e não apenas o chocolate, como:

  • doces em geral, principalmente os industrializados como balas, sorvete e biscoitos;
  • refrigerantes;
  • frituras;
  • carnes processadas, como salsicha e linguiça;
  • açúcar em pó, mel e melaço de cana;
  • leite achocolatado e compotas com açúcar;
  • carnes gordurosas, como de porco e bacon.

A cicatriz hipertrófica ou a quelóide ocorrem quando mesmo após a cicatrização o corpo continua produzindo colágeno em excesso, causando o crescimento anormal.

O que pode ocorrer é que devido ao consumo demasiado de açúcar e gorduras durante a cicatrização, o corpo inicia um processo inflamatório que intensifica a produção de colágeno e causa a cicatriz hipertrófica ou quelóide.

No entanto, esse processo não pode ser previsto. Dessa forma, uma pessoa com tendência à quelóide pode apresentar o problema mesmo que não se alimente de chocolate ou alimentos gordurosos durante a cicatrização.

Mas se a pessoa já tiver tendência ao problema e se alimentar indevidamente, aumentam as chances de o problema ocorrer.

Da mesma forma, uma pessoa sem a predisposição pode comer chocolate e não ter o problema. Portanto, é uma questão individual e, por garantia, os médicos recomendam que haja uma diminuição no consumo de alimentos prejudiciais à cicatrização no período pós-operatório.

Mas a dúvida se pode comer chocolate no pós-operatório fica um pouco mais complexa: também depende do tipo de chocolate que você pretende comer.

Por exemplo, o chocolate branco é mais gorduroso e açucarado, portanto, potencialmente mais prejudicial à saúde e cicatrização. Já o chocolate amargo, com alta porcentagem de cacau e menos açúcares e gorduras, apresenta benefícios, como:

  • ajuda na sensação de bem-estar;
  • promove saciedade;
  • combate o aumento da pressão arterial no abdômen;
  • aumenta a elasticidade dos vasos sanguíneos, melhorando a hipertensão e problemas cardiovasculares.

Esses benefícios, no entanto, só são observados no caso do consumo do chocolate meio amargo e em baixas quantidades, cerca de 7 gramas ao dia, o que corresponde a um quadradinho.

O que comer no pós-cirúrgico?

Em períodos tradicionais para comer chocolate, como Páscoa, Dia dos Namorados e Natal, é ainda mais importante que pessoas que estejam em recuperação avaliem se podem comer chocolate no pós-operatório.

Uma opção é comer em pequena quantidade o chocolate amargo, mas também é possível substituí-lo por outras opções, como as frutas vermelhas.

A seguir conheça alguns alimentos que podem ser adicionados à dieta durante o período pós-operatório para melhorar a cicatrização.

  • água: a principal aliada em qualquer recuperação é a água, que é fundamental para bom funcionamento do organismo, redução do inchaço e combate a retenção de líquidos, atuando como um anti-inflamatório natural;
  • folhas verde-escuras: opções como couve, escarola, espinafre e brócolis são ricas em vitaminas B e E que elevam a quantidade de fibroblastos e melhoram a síntese do colágeno;
  • frutas cítricas: opções como laranja, kiwi, acerola e outras têm concentração alta de vitamina C que ajuda no fortalecimento do sistema imunológico e melhora a síntese e a formação de colágeno;
  • frutas vermelhas: devido a presença de flavonóides, as frutas como morango, framboesa e amora atuam como antioxidantes mantendo a saúde dos vasos sanguíneos e protegendo contra processos inflamatórios;
  • carnes magras: durante a recuperação é importante ingerir proteínas que vão ajudar na cicatrização e síntese do colágeno. A recomendação é preferir cortes magros como peito de frango, patinho, lagarto e filé mignon.

Ou seja, a boa alimentação é fundamental no pós-operatório da cirurgia plástica e devido aos fatores particulares, o ideal é sempre perguntar diretamente ao cirurgião plástico responsável para saber o que comer no pós-operatório a indicação. Só assim o paciente terá as informações adequadas à sua recuperação.

Outros fatores que interverem na cicatrização

Vale lembrar que apesar da importância da alimentação no processo de cicatrização, ela não é o único fator de influência neste processo. Na verdade, a cicatrização pós-cirúrgia sofre a interferência tanto de fatores intrínsecos (diretamente ligados ao local afetado), quanto de fatores extrínsecos (ligados à condição do paciente em relação a lesão).

Entre os fatores intrínsecos estão, a dimensão e profundidade da lesão, o tipo de tecido lesado, a localização da lesão, se existe infecção local e\ou contaminação, presença de secreções, necrose tecidual, falta de oxigenação, tensão na ferida, hemorragia; presença de corpos estranhos ou hematomas.

Já entre os fatores extrínsecos estão: idade da paciente, estado nutricional, estado imunológico, diabetes e outras doenças crônicas, uso de medicamentos (principalmente de esteroides), quimioterapia, tabagismo e ingestão de bebidas alcoólicas.

Neste ponto, vale a pena chamar a atenção para este último ponto. Uma vez que o consumo de bebidas alcoólicas, bem como o tabagismo devem ser evitados não apenas após a cirurgia, mas, também, por, no mínimo, duas semanas antes do procedimento.

Isto porque, o consumo de álcool é acarreta maior desidratação, uma vez que possui ação diurética, levando a paciente a urinar mais vezes, consequentemente eliminando mais líquidos e deixando a pele mais sensível.

Já no que diz respeito ao pós-operatório, a ingestão de bebidas alcoólicas ser um risco ao paciente, especialmente em decorrência da interação medicamentosa. Pois, se por um lado o álcool pode retardar o efeito de alguns medicamentos, por outro pode ser altamente perigoso para o organismo ao ser associado a outras substâncias. Ou seja, neste caso, todo o cuidado é pouco.

Quais os recursos para auxiliar no processo de cicatrização?

A medicina moderna oferece cada vez mais recursos para a uma cicatrização adequada. E vamos listar alguns desse métodos para você. Mas ressaltamos que o ideal é sempre conversar com o seu cirurgião e não adotar nenhuma medida sem o conhecimento do seu médico, ok?

  • Suplementação Nutricional: Falamos bastante nesse post sobre alimentação, não é mesmo? Mas, as vezes, além de uma alimentação saudável, pode ser necessário realizar a suplementação nutricional pré e pós-operatório. Especialmente de vitamina A, C e zinco, que são essenciais ao processo de cicatrização. Nesses casos, o médico deverá definir por que prazo e em que quantidades a suplementação deve ocorrer. E, em casos mais graves, se existe necessidade de adiamento da cirurgia.
  • Malha Elástica Compressiva: seu uso é indicado para realizar a compressão da cicatriz, com o objetivo de evitar o crescimento desordenado do colágeno jovem, que ocasiona o aparecimento de cicatriz queloiodiana.
  • Placa de Silicone: comercializada em auto-adesivos, a placa de silicone é um curativo para aplicação direta sobre a cicatriz e que atua oferendo resistência ao crescimento da mesma. É indicada tanto para o tratamento de cicatriz hipertrófica, quanto para queloidiana.

Você seguiu todas as recomendações do pré e pós-operatório, mas a cicatrização não está progredindo como esperado. O que fazer? Antes de qualquer coisa fique atenta a secreções, inchaços ou febre. Se um apresentar um desses três sintomas procure atendimento médico. Dor intensa e constante também pode ser um indicativo da necessidade de procurar auxílio profissional.

E se ficou com alguma dúvida, faça contato com a gente! Temos uma equipe de consultores prontos para tirar suas dúvidas ou entre agende agora mesmo a sua consulta!

Saiba que todo procedimento envolve riscos. Consulte sempre um médico.


Dra. Luciana L. Pepino.

Diretora Técnica Médica

CRM-SP: 106.491

RQE: 25827

Membro da ISAPS – International Society of Aesthetics Plastic Surgery

Membro da ASPS – American Society of Plastic Surgeon

Membro Especialista em Cirurgia Plástica pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica SBCP

Residência em Cirurgia Plástica no Hospital Universitário São José – Belo Horizonte – MG

Residência Médica em Cirurgia Geral no Hospital Universitário São José – Belo Horizonte – MG

Formada em Medicina pela faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais – Belo Horizonte – MG

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