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Dra. Luciana L. Pepino / Diretora Técnica Médica
CRM/SP: 106.491 RQE: 25827
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Trocar óleo por azeite é mais saudável?

Trocar óleo por azeite é mais saudável?

O óleo é utilizado diariamente por milhões de pessoas no mundo todo, ajudando na preparação de pratos dos mais variados tipos. Mas, será que o óleo faz mesmo mal à saúde? Deve-se ou não substituí-lo por azeite? É o que iremos abordar neste texto.

Gordura é Necessária

Existe uma grande variedade de óleos na atualidade: óleo de milho, canola, linhaça, algodão e girassol, além do óleo de soja, que vem ganhando bastante popularidade por estar associado à soja.

Um erro muito comum que muita gente comete é o fato de achar que a gordura em si faz mal para o corpo e acabar deixando de consumí-la em suas mais variadas versões. A realidade é que, ao contrário do que muitos pensam, a gordura faz bem e é necessária, se consumida com moderação. A gordura tem nutrientes que auxiliam no crescimento, concentração, desenvolvimento neurológico e no balanceamento hormonal, além da produção de energia. Existem também aquelas gorduras que não são produzidas por nosso corpo, mas que são essenciais para nos manter saudáveis, como é o caso dos ômegas 3 e 6, além das vitaminas A, C, E e K. Portanto, nosso organismo precisa absorver uma determinada quantidade diária de gordura. Porém, qual é o melhor? Óleo ou azeite?

Azeite de oliva: amigo de coração

Ao contrário do óleo vegetal, que tem alto teor de gordura e contribui para o entupimento de vasos sanguíneos, aumento de peso e risco de câncer, o azeite de oliva está não só entre os óleos, mas entre os alimentos mais saudáveis para serem consumidos pelo homem. Faz bem para os ossos, previne diabetes e auxilia na redução de peso. Este óleo milenar, originado na Ásia Antiga, é obtido através da azeitona, que é um fruto da oliveira. Existem três tipos de azeite: extravirgem, virgem e virgem corrente. O azeite de oliva ajuda a regular o colesterol, protege o coração e o cérebro, ajuda a emagrecer, combate o diabetes, fortalece os ossos e reduz o risco de câncer. Além de ser mais gostoso e rico em vitaminas, o azeite não possui contraindicações, a não ser para quem apresenta algum tipo de alergia ao próprio fruto.

Azeite já!

Com vista no que foi dito, chegamos à conclusão de que o azeite é sim mais indicado para consumo diária e, muito mais do que um simples óleo de cozinha, contém propriedades saudáveis que nutrem nosso corpo de forma leve e efetiva. Um outro diferencial do azeite é que, em comparação com outros óleos, ele é rico em gorduras monoinsaturadas, que melhoram nossa saúde. O azeite possui também entre 3 a 5 vezes mais gorduras monoinsaturadas que muitos alimentos ricos em vitaminas e gorduras monoinsaturadas, tais como amendoim, abacate e a própria soja.

Moderação é tudo

Seja óleo ou azeite, o importante é evitar ao máximo frituras, ou seja, aquela gordura fervente que não contribui em nada e só traz malefícios ao nosso corpo. Quando o óleo é aquecido e ferve, solta substâncias que são tóxicas para nosso organismo e, por essa razão, o ideal é que os alimentos sejam preferivelmente refogados. Aliás, muito cuidado no consumo excessivo de óleo ou azeite, pois, assim como qualquer outro alimento em excesso, seu consumo excessivo faz mal.

Saiba que todo procedimento envolve riscos. Consulte sempre um médico.

Autor do Conteúdo

Foto DR. Luciana

| DRA. LUCIANA LEONEL PEPINO


CRM-SP 106.491 | RQE: 25827

  • Membro Especialista em Cirurgia Plástica pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica - SBCP.
  • Residência em Cirurgia Plástica no Hospital Universitário São José – Belo Horizonte (MG).
  • Residência médica em Cirurgia Geral no Hospital Universitário São José – Belo Horizonte (MG).
  • Formada em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais – Belo Horizonte (MG).