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Dra. Luciana L. Pepino / Diretora Técnica Médica
CRM/SP: 106.491 RQE: 25827
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Mastopexia de substituição: você sabe o que é?

mastopexia de redução

A mastopexia de substituição tem sido a resposta para muitas mulheres em busca do resgate da autoestima e do seu bem-estar.

Afinal, o corpo feminino passa por inúmeras transformações ao longo dos anos. Especificamente em relação aos seios, essas mudanças ocorrem desde a puberdade, passando por variações hormonais, gravidez, amamentação e alterações provocadas pela passagem do tempo.

Em função da insatisfação com os seios, muitas mulheres encontram na cirurgia plástica a saída para recuperar a beleza e elevar sua autoestima. Entre elas, a mastopexia de substituição, tema deste artigo.

Entenda como funciona esse procedimento, que deixa os seios firmes e bonitos!

Mastopexia de substituição: o que é, afinal?

Com o passar dos anos, ou em função de condições genéticas, o tecido mamário pesa sobre a pele e ocasiona a aceleração da ptose das mamas.

Em muitos casos como este, o cirurgião plástico recomenda a mastopexia de substituição: o procedimento cirúrgico que visa remover parte do tecido mamário, substituindo-o por uma prótese colocada atrás do músculo.

O objetivo é remover a glândula que está apoiada na pele, compensando o volume extraído com a colocação do implante. Ao aliviar o peso sobre a pele, os seios voltam a exibir uma aparência mais firme e com contornos mais definidos.

Este é apenas um dos vários benefícios proporcionados pela mastopexia de substituição. Entre eles, podemos destacar:

  • O colo fica mais definido e marcado;
  • Promove a correção das diferenças entre as mamas, deixando-as mais simétricas;
  • Diminui as chances de câncer de mama, tendo em vista a diminuição do tecido mamário;
  • Menos peso diretamente sobre a pele reduzindo a velocidade de flacidez futura das mamas.

Mastopexia de substituição X outras cirurgias mamárias

As cirurgias mamárias estão entre as mais procuradas pelas mulheres, tanto que a colocação de silicone é um dos procedimentos mais procurados pela população feminina brasileira.

Como saber qual delas é a mais indicada para o seu caso? A única maneira de saber com segurança qual procedimento é o mais indicado é agendar uma consulta, através da qual a paciente passará por uma avaliação com um profissional experiente e capacitado.

Mas para garantir que você chegue ao consultório médico com mais informação e mais segurança para tomar suas decisões, vamos apresentar a seguir as tipos mais comuns de cirurgia de mama. Assim ficará mais clara a diferença entre elas e a mastopexia de substituição.

Mamoplastia redutora e mamoplastia de aumento

Esse procedimento altera o volume das mamas, podendo ser para redução ou aumento:

  • mamoplastia de redução é indicada quando o volume dos seios é muito grande, ocasionando danos à coluna, por exemplo. Ela reduz o volume das mamas e as reposiciona;
  • Já a mamoplastia de aumento, como o próprio nome indica, é adequada para aumentar as mamas femininas por meio da colocação de implantes de silicone.

O tamanho da prótese de silicone é variável, conforme as expectativas e o corpo de cada mulher. A decisão final sobre esta questão é definida em conjunto com o médico e a paciente.

Reconstrução mamária

Cirurgia adotada para reconstruir mamas que, por algum motivo, tenham sido retiradas – normalmente isso ocorre por conta de câncer de mama ou acidentes.

Assim, restaura-se a aparência, formato e tamanho dos seios, devolvendo o bem-estar físico e emocional para a mulher.

Mastopexia

A mastopexia é indicada para elevar as mamas, podendo usar ou não próteses. Existem três tipos desse procedimento, incluindo a mastopexia de substituição. Acompanhe:

  • Mastopexia convencional: também conhecida como lifting das mamas. Neste procedimento não há inclusão de prótese mamária. Essa cirurgia visa corrigir a flacidez das mamas (ou ptose mamária) por meio de retirada de pele;
  • Mastopexia com prótese: aqui é retirado o excesso de pele e os implantes mamários são utilizados para proporcionar melhor contorno e durabilidade;
  • Mastopexia de substituição: como explicamos, a técnica consiste numa retirada maior de glândula e tecido mamário flácido, substituindo o que foi retirado por uma prótese mamária de volume maior, para compensar o volume mamário retirado, e posicionada abaixo do músculo.

Cuidados pós-operatório na mastopexia de substituição

Toda cirurgia exige cuidados e traz alguns riscos, por isso é essencial escolher um profissional habilitado para realizar o procedimento e acompanhar todo o processo de recuperação – confira as cirurgias para os seios realizadas pela Dra. Luciana Pepino.

Nos primeiros dias após a mastopexia de substituição é natural sentir algum desconforto na região operada – por isso é muito importante seguir todas as recomendações do cirurgião. De modo geral, no pós-operatório, deverá ser mantido repouso entre 15 a 20 dias, com a retomada gradual da rotina profissional e pessoal – sempre seguindo a recomendação médica.

Também será preciso usar um sutiã operatório e evitar atividades físicas ou movimentação excessiva dos braços, no primeiro mês, visando diminuir o inchaço na área operada.

O resultado final da mastopexia de substituição será avaliado após seis a doze meses, quando também as cicatrizes estiverem maduras.

A mastopexia de substituição vem ganhando cada vez mais espaço nas preferências dos cirurgiões e pacientes, mas é indispensável contar com um cirurgião plástico experiente e que seja membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica para efetuar o procedimento com segurança, garantindo os melhores resultados.

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Saiba que todo procedimento envolve riscos. Consulte sempre um médico.

Autor do Conteúdo

Foto DR. Luciana

| DRA. LUCIANA LEONEL PEPINO


CRM-SP 106.491 | RQE: 25827

  • Membro Especialista em Cirurgia Plástica pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica - SBCP.
  • Residência em Cirurgia Plástica no Hospital Universitário São José – Belo Horizonte (MG).
  • Residência médica em Cirurgia Geral no Hospital Universitário São José – Belo Horizonte (MG).
  • Formada em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais – Belo Horizonte (MG).