Conheça os mitos e verdades sobre próteses mamárias

prótese de silicone

Veja os principais mitos e verdades que giram em torno das próteses mamárias.

Dar aquela preenchida nos seios é o sonho de muitas mulheres brasileiras e, a cada ano, as próteses de silicone ganham mais visibilidade no mercado de cirurgias plásticas. A prótese mamária é a segunda mais procurada pelas brasileiras, ficando atrás apenas da lipoaspiração, que também já virou febre no Brasil.

Apesar do enorme interesse e procura entre as brasileiras, a verdade é que muitas ainda são desinformadas sobre o assunto. Existem alguns mitos que giram em torno das próteses mamárias e que acabam afastando as interessadas na cirurgia por medo. Pensando nisso, conversamos com alguns especialistas da área e, no artigo de hoje, desvendaremos os principais mitos e verdades sobre a colocação das próteses mamárias.

Escolhendo a prótese ideal

Atualmente, existem vários tipos de próteses com diferentes tamanhos, volume e revestimento, que pode ser liso, texturizado ou de poliuretano. O formato da base pode ser oval ou arredondada. É muito comum acontecer de uma paciente chegar no consultório tendo idealizado uma prótese que não se adéqua às suas reais condições. A escolha da prótese ideal deve ser, antes de mais nada, discutida junto ao profissional responsável e analisando todas as características de cada mulher.

As próteses mais usadas hoje em dia são as texturizadas ou revestidas com poliuretano, indicadas também para quem já teve contratura capsular. Com um design cada vez mais moderno, o gel coesivo, material do qual elas são preenchidas, tem se tornado mais adaptativo. Esse gel evita que elas estourem e seu líquido se misture com o organismo da mulher, diminuindo, além disso, outras complicações, como infecções, traumas, incômodos ou endurecimento das mamas.

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Mitos e verdades sobre as próteses mamárias

O implante deve ser evitado por mulheres acima dos 40
Mito. Não existe nenhum limite específico de idade.

As próteses ficarão intactas para sempre
Mito. Como qualquer material haverá um desgaste natural. As próteses precisam sim ser trocadas.

Colocar prótese impede a mama de cair.
Mito. Mesmo tendo colocado as próteses mamárias, as mamas tendem a cair com o passar dos anos. A intensidade pode variar a depender da elasticidade da pele e do tamanho das próteses.

Pode causar câncer de mama
Mito. Quem tem predisposição para desenvolver o câncer de mama irá desenvolvê-lo independentemente de ter ou não se submetido à colocação de prótese mamária. O risco de apresentar o câncer não aumenta por causa das próteses mamárias.

A prótese atrapalha a amamentação
Mito. A prótese não atrapalha a amamentação e a mulher pode ficar despreocupada para engravidar, mas recomendamos no mínimo três meses a partir da data da cirurgia.

O implante pode estourar
Verdade. De fato, é extremamente raro acontecer, visto que os implantes passam por minuciosos testes e estão cada vez mais sofisticados. Porém, não é impossível acontecer principalmente em próteses com mais tempo de uso. devido a traumas ou acidentes de carro, por exemplo.

A mulher pode perder a sensibilidade das mamas
Verdade. A mulher pode perder um pouco da sensibilidade dos mamilos, em alguns casos, especialmente nas mamas de tamanho maior. Em algumas mulheres, a falta de sensibilidade é parcial e, em outras, ocorre de forma temporária ou definitiva.

A prótese prejudica a mamografia
Mito. Hoje, como a melhoria da qualidade dos exames de imagem, já é possível fazer uma análise minuciosa das mamas mesmo com as próteses.

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Saiba mais em: Prótese de Mama


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Autor do Conteúdo

Foto DR. Luciana

| DRA. LUCIANA LEONEL PEPINO


CRM-SP 106.491 | RQE: 25827

  • Membro Especialista em Cirurgia Plástica pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica - SBCP.
  • Residência em Cirurgia Plástica no Hospital Universitário São José – Belo Horizonte (MG).
  • Residência médica em Cirurgia Geral no Hospital Universitário São José – Belo Horizonte (MG).
  • Formada em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais – Belo Horizonte (MG).
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