(11) 3285-6412Segunda a Sexta-Feira das 10h às 19h
Início>Blog>

A Diastase Pode Voltar Depois Da Abdominoplastia

retornar
Mulher segurando excesso de pele abdominal e marcações indicando uma região de correção da diástase abdominal

A diástase pode voltar depois da abdominoplastia?

Entenda quando a diástase pode voltar após a abdominoplastia, quais fatores influenciam a recorrência e como preservar o resultado da cirurgia. 

A diástase pode voltar depois da abdominoplastia, embora a correção da musculatura durante a cirurgia possa apresentar resultados duradouros. A possibilidade de recorrência depende de diferentes fatores, incluindo novas gestações, alterações importantes de peso e as características da parede abdominal. 

Por isso, entender o que pode interferir na estabilidade da correção ajuda a estabelecer expectativas mais realistas sobre o procedimento.

Por que a diástase pode voltar depois da abdominoplastia?

A diástase abdominal ocorre quando os músculos retos do abdômen ficam afastados, alterando a estrutura da parede abdominal. Durante a abdominoplastia, quando existe indicação, o cirurgião pode realizar a aproximação desses músculos por meio de suturas, buscando corrigir o afastamento e melhorar o contorno abdominal.

Apesar disso, a correção não significa que a região estará protegida de novas alterações ao longo da vida.

Quais fatores podem favorecer a recorrência?

A gestação é um dos principais fatores, uma vez que o crescimento do útero provoca uma sobrecarga mecânica sobre a parede abdominal. 

Além da gravidez, grandes variações de peso podem modificar o contorno e a tensão dos tecidos. O envelhecimento e as características individuais da qualidade dos tecidos também fazem parte da avaliação, embora não seja possível atribuir a recorrência a um único fator.

Como evitar que a diástase volte?

Não existe uma medida capaz de garantir que a diástase não retorne. Ainda assim, alguns cuidados podem contribuir para preservar o resultado da cirurgia e reduzir fatores que provocam novas alterações na parede abdominal.

Controle do peso e planejamento de novas gestações

Manter o peso estável após a cirurgia é uma medida importante para preservar o contorno abdominal. Sendo assim, uma rotina de exercícios físicos e alimentação equilibrada contribuem para o resultado da cirurgia de correção da diástase.

Quando existe desejo de engravidar, esse aspecto deve ser discutido antes da cirurgia. A gestação após a abdominoplastia pode ser possível, mas pode modificar novamente os tecidos abdominais e, consequentemente, o resultado obtido com a correção da diástase.

Durante a recuperação, também é essencial respeitar o período de repouso e a liberação gradual para atividades físicas. Recomenda-se um período de recuperação de aproximadamente três a quatro semanas e liberação progressiva para exercícios, conforme orientação médica. O esforço excessivo antes da liberação médica pode comprometer os resultados.

É possível fazer abdominoplastia duas vezes?

Sim, uma segunda abdominoplastia pode ser realizada em situações selecionadas, mas não deve ser encarada como uma simples repetição da primeira cirurgia. Trata-se de uma cirurgia revisional, que exige análise das cicatrizes existentes, das condições da pele, da parede abdominal e das alterações que ocorreram desde o procedimento anterior.

No caso de uma reincidência da diástase após a primeira cirurgia, a investigação precisa determinar se realmente existe uma nova separação dos músculos ou se a alteração percebida está relacionada a outro componente da parede abdominal.

Quando considerar uma nova correção?

A indicação de uma segunda cirurgia depende do diagnóstico e das condições clínicas do paciente. O cirurgião pode avaliar a necessidade de uma nova abordagem quando existe recorrência comprovada da diástase, excesso de pele ou alterações relevantes no contorno abdominal.

A abdominoplastia original já permite tratar o excesso de pele e, quando indicado, realizar a correção da musculatura abdominal. Por isso, uma eventual cirurgia revisional precisa considerar cuidadosamente o que foi realizado anteriormente e quais estruturas necessitam de nova intervenção.

O acompanhamento ajuda a preservar o resultado

A diástase pode voltar, mas a recorrência não deve ser presumida diante de qualquer mudança no abdômen. A avaliação individualizada permite identificar a causa da alteração e determinar se existe necessidade de tratamento.

Para quem já realizou uma abdominoplastia ou está considerando o procedimento, o planejamento deve levar em conta histórico de gestações, estabilidade do peso, condições da parede abdominal e possibilidade de novas mudanças corporais. Com acompanhamento adequado, a decisão sobre a correção da diástase pode ser tomada de forma mais segura e individualizada.

Agende uma avaliação com a Dra. Luciana Pepino para uma análise individualizada e entenda as possibilidades de tratamento.

Saiba que todo procedimento envolve riscos. Consulte sempre um médico.




Leia Também

Carregando...