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Dra. Luciana L. Pepino / Diretora Técnica Médica
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4 hábitos para eliminar o mau hálito

mau hálito

Conheça 4 hábitos que vão mandar o mau hálito para bem longe.

O mau hálito – chamado cientificamente de halitose – é um dos incômodos mais frequentes do nosso dia a dia e quem sofre desse mal sabe bem que a autoestima vai lá embaixo e somos impedidos, muitas vezes, de ter uma vida social como os demais. Quem nunca encontrou alguém com um bafo de leão e quis oferecer-lhe uma balinha? A verdade é que o mau hálito é um problema para muitas pessoas e pode causar constrangimento se não for tratado. Primeiramente, é preciso conhecer o que está causando o mau hálito e, depois, tentar evitá-lo, amenizando o mau cheiro. Geralmente as causas mais comuns para a halitose são problemas estomacais ou bucais, maus hábitos e outras doenças – no caso de um mau hálito temporário. Nesse artigo, vamos abordar quatro hábitos que vão ajudá-la a se livrar do mau hálito.

Higienizar a língua e usar fio dental

Quando estamos falando de mau hálito, a primeira coisa que nos vem à mente é a boca. Manter a boca sempre limpa, escovando os dentes antes de ir dormir ou após qualquer refeição – lembrando-se de passar o fio dental, claro! – pode ser uma ajuda e tanto no controle da halitose. A escovação dos dentes deve ser sempre feita suavemente e nunca de forma ansiosa. Para complementar a limpeza nos dentes, recomenda-se o uso de um antisséptico bucal para eliminar todos os germes que possam estar alojados em sua boca, causando o mau hálito. Vale lembrar também que não são apenas os dentes superiores e inferiores que devem ser escovados, mas também o céu da boca, o interior das bochechas e a língua.

Comer a cada três horas

Ficar sem comer por mais de três horas é uma das principais causas do surgimento do mau hálito e, portanto, é importante que se faça refeições a cada 3 horas. Quando isso não acontece, há uma decomposição dos sucos pancreáticos por conta dos longos períodos sem ingestão de alimentos. Nesse caso, o jejum diminui a produção de saliva na boca, contribuindo para a criação de depósitos de bactérias que podem causar a halitose. Além disso, o ideal é que haja uma alimentação de fácil digestão, com carnes magras, saladas cruas e legumes cozidos, uma vez que esses alimentos possuem menos gordura e passarão pelo estômago muito mais rapidamente. Alimentos fortes como alho e cebola devem ser evitados, pois seu consumo pode acabar promovendo ou agravando o quadro da halitose.

Beber água

O ato de beber água não é bom somente para o hálito, mas, como todos nós já sabemos bem, a água é a grande aliada da cura de enfermidades e desequilíbrios do corpo. A água ajuda a manter a mucosa da boca hidratada e ameniza o cheiro do hálito puro. Para quem não gosta muito de beber água, o recomendável é acrescentar o suco de meio limão. A ingestão de água por dia deve ser de 2 litros, no mínimo. Os sucos de frutas cítricas também irão ajudar em tratamentos para mau hálito e devem ser consumidos com regularidade.

Comer frutas

Uma boa forma de manter o mau hálito bem longe é adotando uma dieta mais rica em frutas. As frutas ajudam a aumentar a salivação, o que é essencial para combater o mau cheiro da halitose. Como são crocantes, elas também podem eliminar qualquer resto de comida que estiver alojado entre nossos dentes. As frutas, além de serem ricas em inúmeros nutrientes e vitaminas, têm fibra e são de fácil digestão, ajudando também na digestão de alimentos mais pesados. No caso das frutas cítricas, essa ajuda é maximiza ajudam a prevenir doenças relacionadas à gengiva, além de serem ótimas para quem tem problemas estomacais ou está com infecção de vírus ou bactéria.

Autor do Conteúdo

Foto DR. Luciana

| DRA. LUCIANA LEONEL PEPINO


CRM-SP 106.491 | RQE: 25827

  • Membro Especialista em Cirurgia Plástica pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica - SBCP.
  • Residência em Cirurgia Plástica no Hospital Universitário São José – Belo Horizonte (MG).
  • Residência médica em Cirurgia Geral no Hospital Universitário São José – Belo Horizonte (MG).
  • Formada em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais – Belo Horizonte (MG).