A mamoplastia redutora, também conhecida como cirurgia de redução mamária, visa reduzir o tamanho e peso das mamas, proporcionando um contorno mais equilibrado ao corpo da paciente. Muitas vezes, além de trazer um aspecto mais estético, a cirurgia também visa aliviar desconfortos físicos e psicológicos causados por seios excessivamente grandes. Estes podem causar dores nas costas, marcas de sutiã profundas, problemas de postura, e até questões de autoimagem.
Muitas pacientes buscam a mamoplastia redutora não apenas por razões estéticas. Seios muito volumosos podem causar desconforto no dia a dia, limitando atividades físicas e escolha de vestuário. A cirurgia pode aliviar dores nas costas, no pescoço e nos ombros. Além do desconforto físico, mamas muito grandes podem afetar a autoestima e a confiança, levando a uma busca pelo procedimento para melhorar a qualidade de vida.
O primeiro passo para quem considera a mamoplastia redutora é uma consulta com um cirurgião plástico certificado. Ele irá avaliar a saúde geral, discutir expectativas e avaliar se a paciente é uma candidata ideal para o procedimento. Será analisado o tamanho atual das mamas, a qualidade da pele e os objetivos da paciente em relação ao resultado desejado.
Podem ser em formato de “T” invertido ou em “L”. Vai depender do tamanho e grau de flacidez de cada mama. Porém, qualquer cicatriz passará por diferentes fases:
a) PERÍODO IMEDIATO: Vai até o 30º dia. Apresenta-se pouco visível e algumas apresentam uma reação discreta aos pontos ou ao curativo.
b) PERÍODO MEDIATO: Vai do primeiro ao 12º mês. Neste período acontece um espessamento normal da cicatriz, e mudança na tonalidade da sua cor. Pode passar do “vermelho” para o “marrom”, mas, aos poucos, vai clareando.
c) PERÍODO TARDIO: Vai de 1 ano a 1 ano e meio. A cicatriz tornar-se mais clara e menos consistente, atingindo, assim, o seu aspecto definitivo. A avaliação do resultado definitivo da cicatriz das mamas deverá ser feita após este período.
Certas pacientes apresentam uma tendência à cicatrização hipertrófica ou queloide. Pessoas de pele clara têm menor probabilidade de sofrer desta complicação cicatricial. Porém, existem diversas opções para a prevenção e o tratamento destas cicatrizes que serão prescritos no seu devido tempo de cicatrização.
A preparação envolve seguir todas as instruções do cirurgião. Isso pode incluir ajustes em medicações atuais, parar de fumar, evitar tomar aspirina e outros anti-inflamatórios. Além disso, a paciente pode ser orientada a fazer exames de sangue ou outros exames pré-operatórios.
Durante o procedimento, o cirurgião remove o excesso de tecido mamário, gordura e pele, e em seguida remodela o tecido restante para criar uma mama menor e mais elevada. O mamilo e a aréola também podem ser reposicionados ou remodelados conforme necessário.
A cirurgia geralmente é realizada sob anestesia geral, garantindo que a paciente esteja confortável e sem dor durante o procedimento. É crucial escolher um ambiente cirúrgico credenciado e seguir todas as orientações pré e pós-operatórias para garantir uma cirurgia segura e eficaz.
Os resultados definitivos podem ser observados entre 12 e 18 meses após o procedimento. As mamas terão o volume reduzido, entretanto, o resultado final dependerá das características iniciais, como tipo de pele, presença de estrias, constituição gordurosa ou glandular do tecido mamário. Em todos os casos a recuperação depende de algumas etapas:
Período imediato: considerado do primeiro ao 30º dia, sendo que as mamas já apresentam um aspecto melhor, mas ainda distante dos resultados finais esperados pela paciente;
Período mediato: inclui do 2º ao 8º mês, quando a mama estará mais próxima da forma definitiva, mas é comum que se observe uma insensibilidade ou hipersensibilidade do mamilo;
Período tardio: ocorre do 8º ao 18º mês, que é quando a mama atinge o aspecto definitivo no que diz respeito a cicatriz, forma, consistência, volume e sensibilidade. Os resultados dependem da acomodação da mama e da elasticidade da pele.
Como qualquer cirurgia, a mamoplastia redutora tem riscos. Estes podem incluir infecção, cicatrização anormal, alteração da sensibilidade do mamilo, assimetria mamária, entre outros. É fundamental discutir estes riscos detalhadamente com o cirurgião.
O resultado, poderá ser preservado, desde que não haja um aumento de peso excessivo na nova gestação, nem um aumento excessivo das mamas. Também dependerá do grau de elasticidade desta pele. Quanto à lactação e amamentação, poderá ser prejudicada se a redução da mama na cirurgia tiver sido muito acentuada, ou dependendo da técnica utilizada.
Embora muitas mulheres ainda possam amamentar após a cirurgia, é possível que a capacidade de amamentar seja comprometida. Isso depende da técnica utilizada e da quantidade de tecido mamário removido.
O custo da mamoplastia redutora pode variar amplamente. Fatores incluem a região geográfica, a experiência do cirurgião, e instalações cirúrgicas. Algumas seguradoras podem cobrir parte ou todo o custo se a cirurgia for considerada médica e não estética.
É essencial selecionar um cirurgião plástico certificado com experiência em mamoplastia redutora. Consultas iniciais, avaliação das credenciais, revisão de fotos de antes e depois e leitura de avaliações de pacientes podem ajudar nesta escolha.
Todas as pacientes têm dúvidas. Seja sobre o tempo de recuperação, a dor pós-operatória, os riscos ou a longevidade dos resultados. Uma consulta detalhada com o cirurgião e sua equipe pode ajudar a esclarecer todas essas questões e garantir que a paciente esteja bem informada antes do procedimento. Entre em contato conosco que responderemos todas as suas perguntas.

Saiba que todo procedimento envolve riscos. Consulte sempre um médico.