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Dra. Luciana L. Pepino / Diretora Técnica Médica
CRM/SP: 106.491 RQE: 25827
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Problemas hormonais femininos: como identificá-los?

Mulher com problemas hormonais femininos

Distúrbios hormonais têm causas diversas e exige tratamento para devolver qualidade de vida à paciente!

Os problemas hormonais femininos podem ocorrer em diferentes fases da vida por fatores fisiológicos ou externos.

Saber identificar essa condição é fundamental para buscar auxílio médico especializado, visto que as disfunções hormonais podem resultar em prejuízos à saúde e qualidade de vida das mulheres.

A seguir saiba quais as alterações hormonais mais comuns, quais os sintomas associados e também como preveni-las.

O que causa as disfunções hormonais nas mulheres?

Os problemas hormonais femininos podem ocorrer por diferentes motivos, com as causas fisiológicas, como a menopausa e a andropausa, nas quais a redução hormonal é esperada.

Existem ainda as causas patológicas, nas quais há doenças relacionadas às alterações, como problemas na glândula, no eixo de controle ou nos órgãos-alvo.

A capacidade de produção pode ser reduzida por conta de um tumor, falta de irrigação sanguínea (isquemia) ou mesmo trauma (acidente).

As doenças sistêmicas, chamadas de autoimunes, também podem reduzir a produção hormonal.

Os problemas hormonais femininos também podem ser causados por fatores exógenos. As causas incluem o uso indevido de medicamentos, doses inadequadas de reposições hormonais, abuso de exercícios físicos e outros.

Destaca-se que as alterações nos hormônios podem resultar o aumento ou diminuição da produção dos mesmos e as duas situações são igualmente prejudiciais à saúde e qualidade de vida da paciente.

Os casos de produção excessiva de hormônios mais comuns incluem hipertireoidismo (excesso de hormônios da tireoide), o hiperinsulinismo (excesso de insulina) e o hipercortisolismo (excesso de cortisol).

6 sintomas dos problemas hormonais femininos

Os problemas hormonais femininos podem causar doenças como diabetes, hipotireoidismo, síndrome dos ovários policísticos, entre outras. Dessa forma, há sintomas associados à condição que viabilizam o diagnóstico e tratamento.

A seguir conheça 6 sintomas resultantes das dessas alterações que ajudam no diagnóstico precoce desses problemas:

  1. problemas para dormir, como a insônia, podem ter relação com a produção hormonal, pois o sono é influenciado por diversos hormônios, como a melatonina, testosterona, hormônios do crescimento (GH) e da tireoide (TSH);
  2. o excesso de fome também pode ser resultado dessas mudanças. O excesso de hormônios como a grelina pode resultar na sensação de fome mesmo após as refeições;
  3. a sensação de cansaço é outro sintoma visto que os hormônios da tireóide controlam o metabolismo e, quando diminuídos, tornam o funcionamento do organismo mais lento, reduzindo o ritmo cardíaco e a agilidade mental;
  4. o cansaço excessivo associado a dor de cabeça, dor no corpo e dificuldade para pensar pode afetar pacientes com diabetes devido a concentração de glicose no sangue e problemas na sua distribuição;
  5. sentimentos como ansiedade, irritabilidade e depressão mais comuns da TPM podem se tornar mais recorrentes devido às alterações hormonais, principalmente na pré-menopausa;
  6. o excesso de acnes e oleosidade da pele pode ser resultado do aumento do hormônio testosterona em relação aos hormônios femininos.
Hormônios femininos

A presença desses sintomas deve motivar uma investigação mais detalhada do especialista. Além do histórico clínico, o médico pode solicitar exames laboratoriais para investigar as dosagens hormonais.

Em alguns casos, os exames de imagem como ecografia, tomografia e ressonância também são solicitados para um diagnóstico preciso e identificação das causas.

O tratamento dos problemas citados dependem da causa associada e do tipo de alteração. A insuficiência de hormônios pode ser tratada com a reposição, tratamento da causa (principalmente quando associada a patologias) ou controle dos sintomas.

No caso da produção excessiva, as respostas podem incluir suspensão de medicamentos associados à alteração ou mesmo remoção cirúrgica da glândula.

Como prevenir esses problemas?

Todas as glândulas do organismo podem apresentar alterações, seja aumentando, perdendo ou reduzindo a sua capacidade produtiva.

Apesar de em alguns casos as mudanças hormonais serem resultados de fatores fisiológicos como menopausa, tumores ou doenças autoimunes, existem casos nos quais hábitos de vida podem minimizar essas ocorrências, como:

  • alimentar-se corretamente, optando por uma dieta mais baseada em alimentos naturais como frutas, legumes e verduras e reduzindo o consumo de industrializados, sódio, açúcares e gorduras;
  • praticar atividades físicas regularmente, evitando o excesso de exercícios que também podem causar disfunções hormonais;
  • não fazer uso de reposições hormonais ou esteroides sem recomendação e acompanhamento médico;
  • ter boas noites de sono, preferencial mantendo uma regularidade nas horas dormidas todas as noites;
  • não realizar tratamentos anti-idade em excesso sem acompanhamento médico. A busca por um pele mais jovial pode ser feita com suporte de um cirurgião plástico.

Não é incomum que a busca por um corpo mais jovem leve às pacientes para extremos que causam as alterações hormonais, como dietas com deficiência de nutrientes, prática excessiva de atividades físicas, instabilidade emocional e outras.

Dessa forma, os tratamentos estéticos devem ocorrer com monitoramento da saúde da paciente, evitando situações prejudiciais.

 

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Autor do Conteúdo

Foto DR. Luciana

| DRA. LUCIANA LEONEL PEPINO


CRM-SP 106.491 | RQE: 25827

  • Membro Especialista em Cirurgia Plástica pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica - SBCP.
  • Residência em Cirurgia Plástica no Hospital Universitário São José – Belo Horizonte (MG).
  • Residência médica em Cirurgia Geral no Hospital Universitário São José – Belo Horizonte (MG).
  • Formada em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais – Belo Horizonte (MG).