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Como usar: Bota over knee

Veja como usar a bota over the knee e arrasar com um visual quentinho e que é a cara do inverno 2015!

Basta chegar o inverno e as botas são as queridinhas de qualquer guarda-roupa, mas este ano as over the knee são a estrela absoluta da estação na moda feminina. Surgidas na década de 60 em plena revolução sexual, elas são uma espécie de ícone da liberdade de expressão feminina. Afinal, em meio à popularização da pílula e à queima de sutiãs em praça pública (o famoso “bra-burning” em 1968, cuja fogueira na verdade não aconteceu porque não houve permissão para atear fogo nas peças), as botas over the knee faziam a dobradinha perfeita com as recém-inventadas minissaias. Ao longo dos anos acabaram sendo vulgarizadas, principalmente depois de ficarem associadas às chacretes e às paquitas, e caíram no esquecimento durante décadas. Há cerca de dois anos, no entanto, elas retornaram ao cenário fashion trazendo muito charme às pernas femininas, mais atuais do que nunca. Veja como usar a bota over knee e aproveitar ao máximo todo o charme que o modelo oferece.

Também chamadas de “cuissardes” ou “cuisse”, a palavra francesa para “coxa”, a melhor forma de usar as over the knee (sobre o joelho, em inglês) é basicamente na composição em que praticamente nasceu: com minissaia, minivestidos ou shorts. Como elas já são bem grandes e dominam o visual, a ideia é deixar o look mais leve. Pelo mesmo motivo, elas são mais indicadas para pessoas altas e magras, que tenham as pernas finas, já que a tendência é deixá-las ainda mais grossas. Elas ficam muito bem também com leggings e jeans justinhos, ou ainda meias-calças grossas para compensar o frio do inverno e ficar bem quentinha. Há várias versões desse tipo de bota, que podem ser de couro, camurça ou napa, e nas mais variadas cores, apesar de o inverno 2015 estar apostando todas as suas fichas nas pretas.

É preciso alguns cuidados, no entanto, para não ficar parecendo uma paquita. As over the knee são um clássico da moda, mas é preciso prestar atenção em alguns detalhes que vão deixa-la com o visual ao moderno e elegante, evitando exageros. Um deles é não usar saias ou vestidos rodados: as peças da parte superior do corpo devem ser retas, nunca justas ou coladas no corpo nem godês – a menos que seja um casaco, capa ou overall. O comprimento também pode ser longo, contanto que reto e com uma longa fenda que deixe entrever a bota e um pedaço da coxa. Esse é um look, no entanto, que só vale para as mulheres magras. Aposte também nas cores neutras, com apenas um ou dois toques de cor, no máximo, afinal as botas, por si só, já chamam bastante a atenção. Nada de colocar calças saruel ou shorts de gancho baixo porque o visual fica feio e pesado, independente de a bota ter salto alto e fino, baixo ou ser rasteira.

Que não quer arriscar errar no visual pode investir em algumas composições que são sucesso garantido. Uma delas é o trio jeans/legging + camiseta + bota over the knee. Você pode completar o visual com jaqueta ou blazer de corte reto, cachecóis e ainda dar um charme muito especial com um chapéu, que tem tudo a ver com o inverno. Outra que faz sucesso é vestido + meia calça + bota over the knee. Já os vestidos devem ser retos ou, se forem mais soltinhos, devem ter um caimento bem justo, nada de tecidos ou cortes armados. A meia-calça é opcional para quem quer tirar um pouco do ar muito sexy. Complete com um casaco ou sobretudo. Se a ideia for usar uma capa – que são outro hit desse inverno – procure concentrar o volume só na parte de cima do corpo mesmo, mas aposte sempre nas cores neutras para não ficar exagerado. E arrase com um visual moderno e quentinho com a cara do inverno 2015.

Autor do Conteúdo

Foto DR. Luciana

| DRA. LUCIANA LEONEL PEPINO


  • Membro Especialista em Cirurgia Plástica pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica - SBCP.
  • Residência em Cirurgia Plástica no Hospital Universitário São José – Belo Horizonte (MG).
  • Residência médica em Cirurgia Geral no Hospital Universitário São José – Belo Horizonte (MG).
  • Formada em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais – Belo Horizonte (MG).