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Luciana Pepino afirma que beleza é um conjunto

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“O bonito é admirável. É gostoso e prazeroso de ver. O belo não se enquadra muitas vezes em padrões pré-definidos”

Luciana Pepino, artista, cirurgiã e apaixonada pelo que faz, conversou com a gente sobre arte, beleza, busca pelo corpo ideal, realização de sonhos e atitude feminina!

A beleza de uma mulher não está apenas nas formas esculturais de seu corpo. Está na atitude, na empatia, na bondade. Um conjunto que forma uma personalidade bela. Luciana Pepino sabe disso e dialoga desta maneira com suas pacientes. Uma relação que começa no primeiro contato, no aperto de mão e só termina quando a mulher, além da cirurgia, entende que beleza estonteante é resultado da união de diversos fatores.

Confira abaixo esse bate papo e conheça mais sobre a cirurgiã que, além de ser apaixonada por arte, ama o que faz.

Qual é a relação entre arte e cirurgia Plástica?

A cirurgia plástica a meu ver requer técnica cirúrgica, muito conhecimento médico, noção anatômica extrema, mas sem habilidade manual, sem noção estética, sem feeling, sem paixão, o profissional é apenas mais um “operador”.

Cirurgia plástica é a conjunção da ciência com a arte. Uma profissão que requer constante aprendizado e a apreciação pelo belo refina o nosso trabalho.

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O que te levou a escolher ser cirurgiã Plástica?

A paixão começou nos primeiro traços ainda na infância, nos primeiros quadros, nas primeiras esculturas, com a preferência por formas humanas. Depois, na adolescência eu enxergava e imaginava determinadas mudanças nas faces e nos corpos das pessoas, como se eu pudesse imaginariamente transformar tudo em contornos mais bonitos. Daí pra me decidir pela cirurgia plástica foi um pulo.

Um pulo que demorou 11 anos. Seis anos estudando Medicina, 2 anos aprendendo cirurgia geral e 3 anos me especializando em cirurgia plástica.

O que seria o corpo ideal de uma mulher, em sua opinião.

Prefiro contornos mais singelos, mais harmônicos… O exagero me incomoda muito visualmente. O corpo precisa ter contorno e contorno não precisa necessariamente ser significado de opulência. Te fazer olhar uma vez, duas, três vezes… admirar. O bonito é admirável. É gostoso e prazeroso de ver.

A beleza é uma série de quesitos que juntos definem um individuo. Concorda?

Claro! O belo não se enquadra muitas vezes em padrões pré-definidos. Entre estes quesitos, vale lembrar que a atitude, a bondade, a simpatia, a expressividade tornam alguém extremamente belo sem citarmos a forma, por exemplo.

Você se vê como uma realizadora de sonhos?

Não me vejo como realizadora de sonhos, mas talvez alguém que possa ajudar na busca da melhoria da autoestima. O sonho não é ter mamas grandes e sim de se sentir melhor com elas.  Não é ter um boca bonita e sim chamar atenção e ter a apreciação de alguém.  Não é ter uma face mais jovem, mas se olhar no espelho ou tirar uma foto sem constrangimentos. A realização do sonho envolve um trabalho interno também, de auto-estima. E talvez somente a cirurgia não faça você chegar lá. Então considero a Cirurgia apenas parte deste caminho.

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Quando te procuram, as pacientes estão em busca de melhorar algo no corpo. Como começa esse relacionamento?

O relacionamento começa no primeiro contato, no olhar, no aperto de mão. A empatia já se estabelece aí, tanto do paciente com o médico quanto do médico para com o paciente. O paciente aí já resolve se vai ou não confiar em você. Durante a conversa da consulta devemos estar abertos a escutar, antes de qualquer coisa.  A queixa envolve muitos anos de mal estar com o espelho, de idealizações irreais muitas vezes. Aí sim está a sensibilidade do profissional de perceber a melhor indicação para o resultado buscado pela paciente ou mesmo de contra-indicarmos qualquer procedimento.

Orientamos da forma mais clara e leiga possível pra que haja um entendimento correto sobre a cirurgia ou o procedimento e até mesmo seus riscos e complicações futuras. O dia da cirurgia envolve muita ansiedade, e mais uma vez é nosso papel dar suporte e tranquilidade nesse momento que precede a anestesia.  A partir daí o relacionamento médico e paciente se estreita, e mais ainda durante o pós-operatório, não sendo incomum que alguns pacientes virem nossos amigos.

Quer conversar com a Dra. Luciana Pepino, também? Entre em contato com a clínica e marque a sua visita!

 

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