11 3285-6412
Dra. Luciana L. Pepino / Diretora Técnica Médica
CRM/SP: 106.491 RQE: 25827
Segunda a Sexta-Feira
das 10h às 19h

Mitos e verdades sobre a harmonização facial

Mitos sobre harmonização do rosto

Harmonização de rosto apresenta resultados satisfatórios, mas mitos devem ser combatidos!

A harmonização de rosto, também chamada de harmonização facial, é um procedimento estético cada vez mais procurado por permitir a correção de pequenas assimetrias e insatisfações com a aparência do rosto.

Um de seus destaques é que ela não consiste em uma técnica específica, mas sim é uma abordagem com diferentes procedimentos que serão avaliados de acordo com as necessidades e desejos da paciente.

Dessa forma, a técnica pode ser empregada em pacientes com demandas diferentes, como rugas na testa ou assimetrias no maxilar, por exemplo. Saiba mais a seguir!

10 mitos e verdades sobre a harmonização de rosto

Por ser relativamente recente, a harmonização ainda está imersa em diversas dúvidas que fazem surgir mitos sobre o método que deixam as pacientes inseguras quanto à realização da técnica.

Pensando nisso, separamos 10 mitos e verdades sobre a harmonização facial para apresentar realmente quais os potenciais e possibilidades desse procedimento.

1. Realizar várias harmonizações faz o método perder o efeito – Mito

A dúvida quanto à recorrência de procedimentos faz muitas pacientes acreditarem que após algumas vezes o tratamento deixará de ser eficaz, o que é um mito.

Essa informação inverídica se popularizou devido algumas das técnicas que compõem o leque da harmonização, como o uso da toxina botulínica e do ácido hialurônico.

Com os intervalos recomendados e sendo feita por um profissional especializado, a harmonização facial não deixa de fazer efeito com o tempo.

2. A técnica é indicada para todos os tipos de pele – Verdade

Os diferentes tipos de pele podem ser responsáveis por problemas estéticos variados, no entanto, isso não muda o fato de que a técnica pode ser usada em todos os casos.

Por exemplo, uma pele mais oleosa pode ter maior tendência acneica, resultando em cicatrizes de acne, o que demanda um tratamento específico pode meio da harmonização facial.

Outras demandas estéticas, como assimetrias ou formato do nariz e sulco nasogeniano, podem estar presentes independentemente do tipo de pele da paciente e serem corrigidas por meio da harmonização.

3. Existe uma idade limite para fazer a harmonização facial – Mito

Mais um mito sobre a harmonização de rosto é que apenas pacientes mais novos podem fazer o tratamento.

A verdade é que pacientes de qualquer idade podem ser beneficiados com o tratamento. Um aspecto que deve ser observado, no entanto, é se os procedimentos menos invasivos que compõem a conduta atenderão as demandas.

Em geral, casos mais avançados de envelhecimento são menos beneficiados pelas técnicas usadas na harmonização facial, no entanto, essa avaliação deverá ser realizada pelo cirurgião plástico de confiança.

4. A harmonização facial apresenta resultados rápidos – Verdade

É verdade, pois dependendo da técnica e demandas da paciente, os resultados podem ser observados logo após a aplicação ou, pelo menos, nos dias seguintes ao tratamento.

Esse é o caso, por exemplo, o preenchimento labial com ácido hialurônico. Mas é importante que a paciente saiba que também podem ser observados alguns efeitos adversos temporários, como inchaço e vermelhidão.

5. Os resultados da harmonização de rosto são artificiais – Mito

Um dos principais receios de quem almeja fazer uma intervenção estética é que os resultados sejam artificiais e deixem o rosto com aspecto esticado.

Isso não ocorre com a harmonização facial desde que o procedimento seja avaliado e conduzido por um cirurgião plástico responsável e experiente.

A pele esticada pode ser resultado de cirurgias plásticas faciais mal executadas ou mesmo com procedimentos estéticos usando produtos inadequados ou conduzidos por profissionais não capacitados.

Harmonização do rosto mitos e verdades

6. A harmonização pode evitar a realização de cirurgias plásticas – Verdade parcial

Sim, ao optar pela harmonização facial a paciente pode evitar a necessidade de realizar uma intervenção mais invasiva, como a cirurgia plástica, mas nem sempre.

Por exemplo, a rinomodelação é um procedimento incluso na harmonização facial para melhorar o contorno do nariz usando substâncias preenchedoras como o ácido hialurônico, o que evita a necessidade de uma rinoplastia.

No entanto, em uma paciente que o incômodo se refere à giba nasal ou ao tamanho das asas nasais, a técnica menos invasiva não será adequada, demandando uma cirurgia plástica.

7. Os resultados da harmonização são temporários – Verdade

A maior parte dos procedimentos inclusos na harmonização de rosto é temporária, como aplicação de ácido hialurônico ou botox.

Uma das exceções é a bichectomia – remoção das bolas de Bichat que causam proeminência nas bochechas – e que se trata de uma intervenção cirúrgica.

Em geral, as técnicas usadas no tratamento apresentam resultados entre 6 e 9 meses, sendo necessário refazê-las após esse período.

8. O tratamento pode causar perda de sensibilidade no rosto – Mito

Outro mito relacionado com a harmonização de rosto é que ela pode resultar em um rosto com sensibilidade reduzida, mas não é verdade.

Em geral, a harmonização inclui técnicas não invasivas, nas quais são aplicadas substâncias que são absorvidas pelo organismo, com baixas chances de reação alérgica e em apenas algumas camadas da derme.

Como mencionado anteriormente, esse tipo de resultado adverso pode ocorrer caso haja um tratamento irresponsável, conduzido por uma pessoa não habilitada.

9. A harmonização facial é sempre personalizada – Verdade

A harmonização facial inclui mais de 10 procedimentos no leque de possibilidades, sendo que o cirurgião plástico vai avaliar quais dessas técnicas são mais apropriadas à paciente.

Dessa forma, a harmonização é sempre um tratamento personalizado, considerando as necessidades individuais de cada paciente.

10. O procedimento deve ser realizado por um cirurgião plástico – verdade

É verdade que o profissional mais qualificado para realização de intervenções estéticas, invasivas ou não, é o cirurgião plástico.

Esse profissional tem mais experiência na realização das técnicas e manuseio das substâncias, além de poder realizar procedimentos diversos, incluindo a bichectomia, aplicação de substâncias e outras.

Outro aspecto positivo é que o cirurgião plástico poderá avaliar se a indicação mais adequada é a harmonização de rosto ou outros procedimentos, incluindo as cirurgias plásticas.

 

Agende agora a sua consulta!

 

Saiba que todo procedimento envolve riscos. Consulte sempre um médico.

Autor do Conteúdo

Foto DR. Luciana

| DRA. LUCIANA LEONEL PEPINO


CRM-SP 106.491 | RQE: 25827

  • Membro Especialista em Cirurgia Plástica pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica - SBCP.
  • Residência em Cirurgia Plástica no Hospital Universitário São José – Belo Horizonte (MG).
  • Residência médica em Cirurgia Geral no Hospital Universitário São José – Belo Horizonte (MG).
  • Formada em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais – Belo Horizonte (MG).