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Conheça, neste artigo, a dermolipectomia: a cirurgia plástica para remoção do excesso de pele

Conheça a dermolipectomia: cirurgia para remover o excesso de pele

Entenda melhor sobre a dermolipectomia e como ela funciona

O procedimento cirúrgico conhecido pelo nome de dermolipectomia é aquele que tem como seu principal objetivo retirar o excesso de pele e gordura abdominal dos pacientes, auxiliando diretamente na correção da flacidez da pele na região.

Esta técnica de aproximação dos músculos abdominais com a pele exterior está dentre as cirurgias plásticas mais realizadas, por homens e mulheres em todo o mundo.

As motivações podem ser as mais diversas. Desde múltiplas gravidezes até envelhecimento natural da pele, passando por grandes perdas de peso. O emagrecimento muito rápido de pessoas que se submetem a cirurgia bariátrica, por exemplo, tende a ser a principal motivação para recorrer a dermolipectomia.

Se você já se pegou pensando em realizar o procedimento, mas conhece pouco sobre o assunto, este artigo é para você. Separamos informações relevantes para ajudar você a entender mais sobre o tema e descobrir como a cirurgia funciona. Acompanhe a seguir.

Como é feita a dermolipectomia?

Você sabia que essa técnica não precisa ser utilizada necessariamente na região abdominal? Mesmo com menor procura, a dermolipectomia pode ser realizada nos braços, coxas, costas e em outras partes do corpo em que o excesso de gordura incomode o paciente. Mas, é importante entender cada fase do processo cirúrgico, como mostraremos nesse tópico.

Antes da intervenção

A dermolipectomia requer necessariamente uma consulta inicial com seu cirurgião para determinar a viabilidade da operação, o comprimento necessário da cicatriz, a extensão do relaxamento muscular a ser corrigido e a quantidade de pele a ser removida.

Além disso, como em qualquer procedimento cirúrgico há que se avaliar as condições gerais de saúde do paciente, por meio da realização dos exames pré-operatórios e do risco cirúrgico.

Além disso, as instruções pré-operatórias estritas devem ser seguidas, como:

  • parar de fumar pelo menos um mês antes e um mês após o procedimento,
  • evitar bebidas alcoólicas na semana anterior ao procedimento,
  • parar de tomar medicamentos contendo aspirina dentro de 10 dias antes do procedimento.

Durante a dermolipectomia

Durante o procedimento, com duração de 1 a 3 horas, o cirurgião e sua equipe removem a pele lesionada, o excesso de gordura é extraído por lipoaspiração e os músculos distendidos são colocados de volta em tensão.

Por todo o período, o paciente permanece sedado, seja por meio de anestesia peridural com sedação ou anestesia geral, dependendo da área em que a cirurgia será realizada. Além disso, é necessário manter a internação por pelo menos 24 horas, para que se observe a recuperação de forma individualizada.

Após a operação

Dicas para quem deseja fazer dermolipectomia

Os primeiros dias de pós-operatório podem ser marcados por dor de leve intensidade. Nesse período, é importante realizar os procedimentos de troca os curativos, remoção das suturas, verificação do estado da cicatriz com o maior rigor possível. E, claro, manter a área sempre higienizada.

Uma paralisação do trabalho de 15 dias a 1 mês é particularmente recomendada em cirurgias de grandes áreas, como o abdômen. Bem como, a paralisação das atividades esportivas por 3 meses. A exposição ao sol também é desaconselhada durante os primeiros 6 meses.

A recomendação é que o uso da cinta seja diário por pelo menos 60 dias, com sessões de drenagem linfática. Além disso, é indicado acompanhamento nutricional durante toda a recuperação efeito sanfona, uma das principais causas de flacidez abdominal.

O que resulta após uma dermolipectomia?

Ao contrário da lipoaspiração, que remove apenas gordura, a dermolipectomia restaura a tensão nos tecidos flácidos. No abdômen, por exemplo, a cintura ficará mais fina e toda a área mais plana e firme.

Para além da óbvia melhoria estética, esta intervenção da silhueta tem um impacto favorável no equilíbrio de peso, nas possibilidades de vestuário e no estado psicológico dos pacientes.

No entanto, vale lembrar, que assim como em qualquer procedimento cirúrgico, podem ocorrer algumas complicações na dermolipectomia de coxas e braços, como:

  • hematoma;
  • infecção;
  • queloide;
  • trombose;
  • situações que requerem cuidado com a anestesia.

Além disso, vale ressaltar que estas indicações são gerais, ok? Cada cirurgia é um caso à parte e o pós-operatório deve ser realizado de maneira individual, acompanhamento médico.

Quem pode fazer a dermolipectomia?

Mesmo com todos os benefícios que citamos, a dermolipectomia pode ser contra indicada em alguns casos. Seja em função dos hábitos ou objetivos do paciente, por exemplo, quando a mulher deseja engravidar ou não há controle do peso, levando ao efeito sanfona (emagrecer e engordar bruscamente). Ou, ainda, em casos de condições de saúde, como para obesos e fumantes, com maior risco de sofrerem necrose.

De toda forma, o ideal é antes do procedimento cirúrgico, seja adotado um plano de emagrecimento, com acompanhamento nutricional.

Este procedimento é o mesmo que a abdominoplastia?

Por fim, uma dúvida muito recorrente: a dermolipectomia abdominal é o mesmo que a abdominoplastia? A reposta não poderia ser mais simples: SIM.

O termo “dermolipectomia” nada mais é que a nomenclatura adotada pela Agência Nacional de Saúde (ANS) e, consequentemente, pelo SUS para a cirurgia plástica reparadora em pacientes com abdome em avental.

Nesses casos, a dermolipctomia pode, inclusive, ter sua realização autorizada pelos convênios médicos e realizada até mesmo pelo Sistema Único de Saúde, nos casos de pacientes que tenham passado pela cirurgia bariátrica.

Como você pode acompanhar até aqui, a dermolipectomia é uma cirurgia plástica de grande impacto para homens e mulheres. E para alcançar os resultados desejados é preciso conhecer o processo e escolher com muito cuidado toda equipe envolvida no procedimento.

Aqui, na Clínica Dra. Luciana Pepino, fazemos questão de cuidar de cada etapa da cirurgia, do pré ao pós-operatório. Inclusive, fornecendo informação de qualidade, que possa colaborar na tomada de decisão consciente de cada paciente.

Por isso, se você quiser saber mais esse e outros assuntos do universo da cirurgia plástica (e também dos cuidados com o corpo), assine a nossa newsletter.

E não se esqueça que todo procedimento envolve riscos. Consulte sempre um médico.

Saiba que todo procedimento envolve riscos. Consulte sempre um médico.


Dra. Luciana L. Pepino.

Diretora Técnica Médica

CRM-SP: 106.491

RQE: 25827

Membro da ISAPS – International Society of Aesthetics Plastic Surgery

Membro da ASPS – American Society of Plastic Surgeon

Membro Especialista em Cirurgia Plástica pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica SBCP

Residência em Cirurgia Plástica no Hospital Universitário São José – Belo Horizonte – MG

Residência Médica em Cirurgia Geral no Hospital Universitário São José – Belo Horizonte – MG

Formada em Medicina pela faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais – Belo Horizonte – MG

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