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Dra. Luciana L. Pepino / Diretora Técnica Médica
CRM/SP: 106.491 RQE: 25827
Segunda a Sexta-Feira
das 10h às 19h

Conheça a dermolipectomia: cirurgia para remover o excesso de pele

O que é a dermolipectomia

Entenda melhor sobre a dermolipectomia e como ela funciona

O procedimento cirúrgico conhecido pelo nome de dermolipectomia é aquele que tem como seu principal objetivo retirar o excesso de pele e gordura abdominal dos pacientes, auxiliando diretamente na correção da flacidez da pele na região. 

Realizada por homens e mulheres em todo o mundo, esta técnica de aproximação dos músculos abdominais com a pele exterior está dentre as cirurgias plásticas mais feitas.

As motivações podem ser diversas, passando da gravidez e envelhecimento natural da pele à oscilação de peso. 

O emagrecimento muito rápido de pessoas que se submetem à cirurgia bariátrica, por exemplo, tende a ser a principal motivação para recorrer a dermolipectomia. 

Separamos informações relevantes para que você consiga entender mais sobre o tema e descobrir como ela funciona. Acompanhe a seguir.

Como é feita a dermolipectomia?

Você sabia que esta técnica não precisa ser utilizada necessariamente na região abdominal? Mesmo com menor procura, pode ser realizada dermolipectomia dos braços, nas coxas, costas e em outras partes do corpo em que o excesso de gordura incomode o paciente. 

Entretanto, a anestesia vai depender da região escolhida pelo paciente, podendo ser peridural com sedação ou geral.

No caso de a cirurgia ser no abdômen, é possível remover a gordura que fica localizada abaixo da pele, melhorando inclusive o contorno da região. 

Na dermolipectomia abdominal é comum que haja uma reparação muscular, já que o excesso de peso ou a gestação podem provocar o enfraquecimento ou abertura dos músculos. As incisões são planejadas e geralmente posicionadas para que não fiquem visíveis com roupas.

O pós-operatório e a recuperação

Dicas para quem deseja fazer dermolipectomia

 

A dermolipectomia exige uma internação de, ao menos, 24 horas após a cirurgia, dependendo de cada caso. 

O pós-operatório não costuma ser com muita dor ou incômodos, mas demanda repouso de 15 a 30 dias, com sessões de drenagem linfática. Esforços físicos só são liberados após 2 meses de recuperação e a partir da 3 semana é possível dirigir normalmente. 

A recomendação é que o uso da cinta seja diário por pelo menos 60 dias. Além disso, é indicado acompanhamento nutricional durante toda a recuperação para evitar o efeito sanfona, sendo uma das principais causas de flacidez abdominal. 

É sempre bom lembrar que estas indicações são gerais, ok? Cada cirurgia é um caso à parte e o pós-operatório deve ser realizado de maneira individual, com acompanhamento médico.

Saiba que todo procedimento envolve riscos. Consulte sempre um médico.

Autor do Conteúdo

Foto DR. Luciana

| DRA. LUCIANA LEONEL PEPINO


CRM-SP 106.491 | RQE: 25827

  • Membro Especialista em Cirurgia Plástica pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica - SBCP.
  • Residência em Cirurgia Plástica no Hospital Universitário São José – Belo Horizonte (MG).
  • Residência médica em Cirurgia Geral no Hospital Universitário São José – Belo Horizonte (MG).
  • Formada em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais – Belo Horizonte (MG).