Este é um tratamento não invasivo e indolor que é capaz de combater a flacidez, as rugas e a papada e ainda estimula a produção de colágeno.
A radiofrequência facial é um tratamento seguro, indolor e não invasivo que deixa a pele mais bonita e saudável, além de combater diversos sinais do envelhecimento.
Essa é uma técnica relativamente nova e que tem como primeiro objetivo tratar a flacidez da pele por meio da estimulação da produção de colágeno. E, embora possa ser usada no corpo todo, hoje nós vamos conversar sobre seus benefícios específicos para o rosto.
Indicações da radiofrequência facial
Esse tratamento estético é indicado para combater alguns dos principais sinais do envelhecimento que atingem o rosto:
- Flacidez: consiste na perda de firmeza dos tecidos, o que faz com que os tecidos percam sua sustentação e “caiam”, o que dá um aspecto de cansaço e abatimento;
- Rugas e linhas de expressão: uma pele flácida também fica mais sujeita ao surgimento das rugas, que ficam ainda mais aparentes com a diminuição do colágeno;
- Papada: por atingir as células de gordura, a radiofrequência ajuda a eliminar a gordura localizada que se acumula embaixo do queixo;
- Perda do contorno facial: a queda dos tecidos e o deslocamento da gordura fazem com que o rosto perca seu contorno, situação em que a radiofrequência também é indicada por deixar os ângulos mais evidentes.
Não existe idade ideal para fazer a radiofrequência facial, mas ela costuma ser procurada a partir dos 30 anos, para retardar tratamentos como aplicação de toxina botulínica e preenchimentos, e por pessoas mais velhas, para combater o envelhecimento.
Como funciona a radiofrequência
A radiofrequência funciona por meio da emissão de correntes de alta frequência, que são geradas por um aparelho. Ao serem aplicadas na pele, as ondas eletromagnéticas agitam as moléculas de água, o que transforma a energia eletromagnética em calor.

Esse calor se desloca da superfície da pele (epiderme) para os tecidos mais profundos, sendo capaz de promover efeitos na derme e na camada de tecido adiposo que fica acima do tecido muscular.
O primeiro efeito da radiofrequência facial é que o calor estimula a contração das fibras de colágeno e elastina que se localizam na derme, a camada mais profunda da derme. Com isso, o rosto ganha um efeito de lifting, ficando mais firme e tonificado em dois ou três dias,.
Já ao atingir a camada de gordura, o calor emitido pela ponteira faz com que as células adiposas se compactem, o que facilita o rompimento de sua membrana e a sua eliminação.
Dessa forma, a radiofrequência também ajuda a tratar a papada, o acúmulo de gordura que acontece na região embaixo do queixo. Conheça também a hidrolipo de papada, outro tratamento para esse problema.
Neocolagênese: como a radiofrequência facial combate o envelhecimento
Embora o efeito de lifting apareça logo em seguida ao tratamento, o maior benefício é percebido cerca de dois meses depois, com a neocolagênese – ou seja, a produção de novas fibras de colágeno, a proteína que dá firmeza e sustentação à pele.
Para que isso aconteça, é preciso que a epiderme seja exposta a uma temperatura de 41 graus Célsius, levando a derme a uma temperatura de até 2 graus a mais. Nessa faixa, ocorre a estimulação dos fibroblastos, as células que produzem o colágeno.
Assim, algumas semanas depois, as novas fibras já estarão maduras e vão conferir um rejuvenescimento gradual e natural, deixando a pele do rosto muito mais firme. Por isso, a radiofrequência facial é excelente para o tratamento da flacidez.
Para entender a importância da neocolagênese, devemos lembrar que, a partir dos 30 anos, perdemos cerca de 1% do colágeno da pele anualmente. Assim, esse procedimento ajuda a combater os sinais do envelhecimento causados por esse fenômeno.
Veja mais detalhes – O que é colágeno? tira suas dúvidas sobre essa proteína.
A radiofrequência oferece outros benefícios para o rosto
Além da estimulação do colágeno, a radiofrequência facial promove outros efeitos benéficos para a pele do rosto, deixando-a muito mais bonita, saudável e jovem. Conheça os principais:
- Estimulação da circulação sanguínea por promover uma vasodilatação local;
- Aumento do fornecimento de oxigênio e nutrientes para a pele;
- Reforço da microcirculação local, o que ajuda a eliminar as toxinas;
- Estimulação do metabolismo local e da atividade das enzimas;
- Clareamento de manchas;
- Reorganização da estrutura de suporte à pele.
Dessa forma, os processos celulares da região tratada recebem um “gás”, de forma que a pele é estimulada a se regenerar e se renovar, suavizando as mudanças trazidas pela passagem do tempo.
Como é feito o tratamento
A radiofrequência facial é feita em sessões que duram cerca de 30 minutos. Os primeiros resultados, que são o efeito de lifting devido ao aumento do tônus da pele, aparecem dois ou três dias depois da primeira sessão.
As próximas aplicações são feitas em intervalos de 15 a 30 dias, conforme a necessidade de cada pessoa. Ao término do tratamento, podem ser definidas sessões de manutenção depois de três ou quatro meses.

Confira também – Envelhecimento da face: como funciona esse processo no organismo.
Procedimento seguro e indolor
Uma das maiores vantagens da radiofrequência facial é que, diferente de outros procedimentos estéticos, ele não é invasivo e não provoca dores, o que dispensa a utilização de produtos anestésicos.
A única sensação durante o tratamento é a de aquecimento da pele, mas ela não é incômoda e não causa queimaduras, pois a temperatura externa não ultrapassa os 41 graus Célsius. Por isso, o tratamento é bastante seguro – desde que feito em uma clínica especializada.
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Saiba que todo procedimento envolve riscos. Consulte sempre um médico.

