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mulher segurando agulha de anestesia

Formas de utilização da anestesia em cada tipo de cirurgia plástica

Conheça os tipos de anestesia mais usados em cirurgia plástica e como essa definição é realizada no pré-operatório

A cirurgia plástica é um procedimento cirúrgico invasivo e, como tal, demanda o uso de anestesia que pode ser de diferentes tipos, de acordo com o tratamento.

A definição da anestesia usada será feita durante o planejamento cirúrgico, o que ocorre no pré-operatório em conjunto com o cirurgião plástico responsável. Saiba mais a seguir!

Quais os tipos de anestesia para cirurgia plástica?

mulher aplicando anestesia

São quatro tipos de anestesia frequentemente usados na cirurgia plástica: a anestesia geral e a local, peridural e raquidiana, geralmente, associadas à sedação intravenosa.

Entender como cada tipo de anestésico funciona é importante para ter mais clareza quanto ao tratamento, mas também para romper receios existentes. 

  • geral: a anestesia geral promove um relaxamento muscular profundo em todo o corpo e também induz um sono profundo e amnésia. Demanda intubação e costuma ter alta hospitalar no dia seguinte;
  • local: consiste no bloqueio dos sinais nervosos de uma região específica, sendo preferível para quando a cirurgia plástica é mais concentrada, como uma blefaroplastia, ginecomastia ou mastopexia;
  • peridural: aplicada na coluna vertebral, esse anestésico é indicado para cirurgias plásticas complexas da linha abdominal para baixo, como abdminoplastia, ninfoplastia ou gluteoplastia;
  • raquidiana: aplicada no canal medular, também é uma opção para procedimentos nos membros inferiores.

Portanto, são diferentes opções de anestésicos para atender as particularidades da situação.

Como é definida a anestesia da cirurgia plástica?

O ato anestésico é regulamentado pela Resolução 2.174/2017 do Conselho Federal de Medicina (CFM).

A diretriz prevê, por exemplo, uma consulta pré-anestésica, na qual o médico anestesista avalia o quadro de saúde do paciente para determinar a segurança do uso da anestesia. Essa prática está dispensada apenas em casos de urgência e emergência, que não se enquadram nas cirurgias plásticas, procedimentos eletivos.

Além do cumprimento da resolução, outros fatores são considerados na definição do anestésico.

O uso da anestesia geral é comum em técnicas mais complexas e invasivas como rinoplastia, mamoplastia redutora, abdominoplastia, lifting facial e outras; nas cirurgias plásticas associadas; e nas realizadas em crianças.

O método é muito seguro, apesar de causar receio em muitas pessoas. Entretanto, a condição de saúde do paciente deve ser considerada visto que alguns quadros aumentam as chances de complicações, como alergias alimentares, obesidade, tabagismo, alcoolismo e outros. 

A anestesia local é frequentemente usada em cirurgias plásticas localizadas como mamoplastia, blefaroplastia, otoplastia e outras.

Na lipoaspiração tumescente – ou hidrolipo – por exemplo, a anestesia local é aplicada em solução junto com adrenalina para bloquear a dor e reduzir os vasos capilares para uma menor perda de sangue, facilitando, inclusive, a remoção da gordura localizada.

Opções como a anestesia peridural ou raquidiana podem são usadas em tratamentos como a abdominoplastia e lipoaspiração, inclusive quando houver associação das técnicas, gluteoplastia, ninfoplastia e outras.

Como se preparar para cirurgia plástica?

Como visto, diferentes fatores influenciam a definição do anestésico mais adequado ao caso incluindo cirurgia plástica realizada, local, complexidade do tratamento, condição de saúde do paciente e, até mesmo, preferência do cirurgião plástico responsável.

O ideal é que a definição anestésica seja feita no pré-cirúrgico, durante as etapas de preparação para cirurgia plástica.

É fundamental que o paciente esclareça todas as dúvidas sobre o tratamento, incluindo o anestésico, com o cirurgião plástico, que deve responder às dúvidas e informar sobre riscos, benefícios e efeitos colaterais de cada opção.

Saiba que todo procedimento envolve riscos. Consulte sempre um médico.


Dra. Luciana L. Pepino.

Diretora Técnica Médica

CRM-SP: 106.491

RQE: 25827

Membro da ISAPS – International Society of Aesthetics Plastic Surgery

Membro da ASPS – American Society of Plastic Surgeon

Membro Especialista em Cirurgia Plástica pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica SBCP

Residência em Cirurgia Plástica no Hospital Universitário São José – Belo Horizonte – MG

Residência Médica em Cirurgia Geral no Hospital Universitário São José – Belo Horizonte – MG

Formada em Medicina pela faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais – Belo Horizonte – MG

Dra. Luciana L. Pepino.

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