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Mastopexia de substituição

Mastopexia de substituição: o que é e como funciona?

A noção de que a autoestima e qualidade de vida estão diretamente relacionadas é um consenso em nossa sociedade. Não à toa, os procedimentos e os cuidados com o corpo são cada vez mais valorizados e difundidos. Nesse contexto, saber o que significa mastopexia de substituição pode fazer muita diferença na hora de optar por um tipo de cirurgia.

Trata-se de um procedimento fundamental para algumas pessoas, e que proporciona resultados muito positivos, já que a técnica consegue auxiliar no reposicionamento dos seios e possibilitar a remoção do excesso de tecidos e de gordura.

Neste artigo, vamos esclarecer as principais dúvidas que envolvem esse tipo de procedimento, explicando o significado da mastopexia de substituição, as diferenças que apresentação em relação a outras cirurgias, os cuidados pré-operatórios e o processo de cicatrização. Continue a leitura para saber mais!

Afinal, o que significa mastopexia de substituição?

A flacidez nos seios é bastante comum e pode afetar pessoas em diferentes idades, gerando desconforto e diminuindo a autoconfiança. A mastopexia de substituição surge para auxiliar nesse sentido, promovendo a elevação e a firmeza nas mamas, com ou sem uso de prótese.

A ptose mamária, popularmente conhecida como “caimento dos seios”, ocorre por diversos motivos, como ganho ou perda de peso, gestação, mudança hormonal, diminuição de colágeno, avanço de idade ou maus hábitos posturais. Com ela, os seios perdem a firmeza e o volume natural e tendem a ficar assimétricos. A mastopexia de substituição atua na correção desses aspectos, por meio de uma cirurgia plástica que reposiciona os seios e as aréolas mamárias, devolvendo a aparência natural e saudável, deixando-os mais firmes.

Quais são os benefícios da mastopexia de substituição?

O aumento da procura pelas cirurgias de mama no Brasil e no exterior demonstram o quanto o aspecto dos seios é importante para as mulheres e como isso influencia diretamente em suas rotinas. Conforme pesquisa realizada pela Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica, das 1,7 (milhão) cirurgias plásticas realizadas em 2017 e 2018 no Brasil, 18,8% correspondem às correções de mamas. O Brasil ultrapassou (em 2019) os Estados Unidos na realização de cirurgias plásticas (sendo que os procedimentos nos seios lideram o ranking). Entre os benefícios da mastopexia de substituição, podemos citar:

  • maior simetria das mamas;
  •  longevidade do procedimento (a depender dos cuidados do paciente);
  • aspecto mais natural;
  • diminuição no tecido mamário — o que ajuda na redução da probabilidade de desenvolvimento de câncer de mama;
  • melhoria na disposição física;
  • aumento na estima e autoconfiança.

Quais são as diferenças entre a mastopexia de substituição e outros tipos de cirurgia?

A mastopexia é uma cirurgia muito requisitada, pois consegue dar uma melhor aparência às mamas, especialmente em casos de queda do tecido mamário. Ela pode ser realizada por meio de três técnicas distintas, envolvendo ou não a colocação de próteses de silicone. A opção por um ou outro método depende das necessidades de cada paciente e da avaliação do cirurgião plástico.

A mastopexia convencional não utiliza prótese mamária e tem como principal objetivo a correção da flacidez das mamas por meio da retirada de pele. Esse procedimento é conhecido também como lifting das mamas. Outro tipo de mastopexia, é o que utiliza além da retirada de pele. Nessa cirurgia, os implantes mamários são colocados visando um melhor contorno e durabilidade, além de realçar o colo.

Já a mastopexia de substituição é uma técnica que retira grande quantidade de glândula e tecido mamário flácido, substituídos por próteses embaixo do músculo. Esse método também reduz o risco de câncer de mama em mulheres que apresentam uma predisposição genética.

A utilização da prótese é sempre necessária?

O procedimento da mastopexia pode ou não demandar a utilização de uma prótese de silicone. É importante esclarecer essa questão, pois cada caso exige uma análise técnica do especialista e de um entendimento sobre as reais necessidades do paciente.

Ou seja, é possível a realização da mastopexia clássica/convencional (em que a prótese e o silicone não são utilizados). Mas, em algumas situações em que há muita flacidez ou uma maior necessidade de remodelação, por exemplo, a sua utilização é recomendada.

Como é a preparação para a cirurgia?

Além da realização de exames necessários, como hemograma completo e avaliação da coagulação do sangue, é recomendado que seja feita a avaliação da mama por meio de mamografia e ultrassom. Isso porque, essa é a melhor maneira de detectar possíveis alterações ou lesões nas mamas, como ou nódulos e cistos.

Os cuidados com a preparação da cirurgia envolvem a observação de alguns aspectos essenciais para que o procedimento possa ocorrer sem problemas. Isso inclui:

  • não fumar;
  • não ingerir bebidas alcoólicas;
  • ficar em jejum absoluto por 8 horas;
  • não utilizar anti-inflamatórios.

Como é feita a cirurgia de mastopexia de substituição?

A cirurgia dura de 2 a 4 horas e demanda anestesia geral ou sedação intravenosa, com uma cicatrização que normalmente é tranquila. Portanto, podemos dizer que a mastopexia de substituição permite a remoção de pele, gordura e glândulas dos seios, combinada com a inserção de uma prótese de silicone abaixo do músculo.

Quais são os cuidados a serem observados no pós-operatórios?

Assim como em outros tipos de cirurgia, o sucesso do procedimento depende em grande parte dos cuidados no período de recuperação e das orientações médicas que devem ser seguidas à risca. Nesse sentido, é muito importante a escolha de um bom profissional. Para saber sobre a qualificação do cirurgião, basta pesquisar no site Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), da qual ele deve constar como membro.

Os cuidados após a mastopexia de substituição demandam mais atenção nas 4 primeiras semanas. Em geral, a recomendação é:

  • não realizar movimentos bruscos com os braços;
  • não fazer atividades físicas intensas por 30 dias;
  • evitar a exposição ao sol;
  • utilizar corretamente as medicações prescritas;
  • dormir de barriga para cima;
  •  manter uma higienização cuidadosa, com a troca correta dos curativos e sabonete neutro;
  • fazer repouso completo por 15 a 20 dias;
  • utilizar gazes na região para evitar fricção com a roupa.
  • usar sutiã cirúrgico por 30 dias — para reduzir o inchaço, remodelar e sustentar a mama.

Quando é possível ver o resultado e quais são os tipos de cicatriz?

Quando a paciente segue corretamente todos os cuidados necessários e prescritos pelo cirurgião plástico, o resultado tende a ser mais eficiente e notado mais rapidamente. Em geral, o tempo médio para a aparência definitiva pode variar de 6 a 12 meses, incluindo a cicatrização.

A qualidade da cicatriz depende de vários fatores, como técnica e cola cirúrgica utilizada, tipo de pele e condições de saúde da paciente, bem como cuidados pós-operatórios. Na maioria dos casos, quando a mastopexia é realizada com pontos por camadas, utilizando fios absorvíveis, obtém-se uma melhor cicatrização e uma diminuição significativa das complicações.

Em cirurgias que implantam próteses mamárias é possível obter mamas mais firmes, projetadas e elevadas, com cicatrizes menores. Em geral, elas são permanentes e visíveis, acompanhando o trajeto da incisão. A cicatriz da mastopexia pode se apresentar como os formatos periareolar, em L; T ou pirulito e T invertido ou âncora. Mas independentemente das formas, as cicatrizes seguem um padrão na sua evolução, com diferentes aparências em 30 dias, 12 meses e 18 meses, quando elas se tornam mais claras e discretas.

Como vimos, é importante saber o que significa mastopexia de substituição para optar de maneira consciente por um tipo de cirurgia plástica segura e que pode melhorar muito a autoestima. Contudo, é fundamental contar com um cirurgião qualificado e experiente para garantir bons resultados e evitar efeitos indesejáveis.

Gostou destas informações? Então, curta a nossa página no Facebook e acompanhe postagens sobre cirurgias plásticas que podem te ajudar a recuperar a sua autoestima!

Saiba que todo procedimento envolve riscos. Consulte sempre um médico.


Dra. Luciana L. Pepino.

Diretora Técnica Médica

CRM-SP: 106.491

RQE: 25827

Membro da ISAPS – International Society of Aesthetics Plastic Surgery

Membro da ASPS – American Society of Plastic Surgeon

Membro Especialista em Cirurgia Plástica pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica SBCP

Residência em Cirurgia Plástica no Hospital Universitário São José – Belo Horizonte – MG

Residência Médica em Cirurgia Geral no Hospital Universitário São José – Belo Horizonte – MG

Formada em Medicina pela faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais – Belo Horizonte – MG

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