(11) 3285-6412Segunda a Sexta-Feira das 10h às 19h
Clínica Especializada em Cirurgias Plásticas
  • A Clínica
  • Cirurgias
  • Procedimentos
  • Informações
  • Dicas
  • Contato
  • Blog
Agendar Consulta
retornar

Corrija as cicatrizes

Pode ser a marca de uma queda quando criança, de um acidente de carro, de uma cirurgia mal feita ou até da cesariana: as cicatrizes podem contar a história do corpo, mas nem toda história precisa ser contada. Elas são formadas quando o corpo repara uma lesão, mas como cada organismo reage de uma forma diferente, nem sempre esse reparo é bem feito. São vários os fatores que influenciam na forma e no volume que a marca terá: o local do corpo, idade, sexo, etnia, saúde da pele etc. Cirurgicamente, no entanto, é possível disfarçar bastante as cicatrizes e, em alguns casos, até mesmo deixá-las praticamente imperceptíveis – no entanto ela não pode ser completamente apagada. O resultado, entretanto, vai depender muito, também, do tipo de cicatriz.

 

Tratamentos podem ser combinados à remoção cirúrgica

 

Basicamente, no procedimento cirúrgico a cicatriz é completamente removida e refeita com pontos internos de forma a ficar o mais uniforme possível em relação ao tom e à textura da pele. Bons candidatos à correção de cicatrizes são pessoas saudáveis, sem acne ou qualquer doença de pele na área em foco e que não fumem, independente da idade. Dependendo do tipo, outros tratamentos podem ser associados à remoção cirúrgica, como placas de silicone, massagens e produtos tópicos, curativos compressivos ou injeções de corticoides aplicadas a cada 15 dias no interior da cicatriz. No caso das queloides, pode ser usada ainda a Crio cirurgia, com nitrogênio a uma temperatura muito baixa, e a Beta terapia, uma radioterapia superficial que tem efeito apenas sobre a pele e dura cerca de dez sessões, começando um dia ou dois após a retirada cirúrgica.

 

Conheça os tipos de cicatrizes

 

As queloides são aquelas que não param de crescer por causa de uma hiper produção de colágeno, ficando endurecidas, firmes e avermelhadas, podem também apresentar coceira. São mais comuns em negros e asiáticos, principalmente onde a pele é mais espessa, como o tórax. Já as hipertróficas são semelhantes às queloides, mas cuja espessura melhora com o tempo apesar de continuar larga. As discrômicas são as que ficam mais escuras (hipercrômicas) ou mais claras (hipocrômicas) que a pele – mas não são uma “fase” da cicatrização, quando cerca de 1 ano e meio depois da cirurgia elas ficam em tom mais escuro. Há ainda as alargadas, que parecem muito com estrias e costumam ficar logo abaixo da pele, principalmente onde ela é mais tensionada.

 

Cuidados após a correção são essenciais para um bom resultado

Seja qual for o tipo, entretanto, o pós-operatório é muito importante para que o resultado seja o melhor possível. Alguns cuidados especiais são necessários, mas não chega a ser preciso se afastar do trabalho. As atividades físicas, entretanto, devem ser interrompidas por uma semana em média, o uso de filtro solar é obrigatório principalmente nos primeiros 30 dias – e só após esse período é que haverá indicação de banho de sol. Também é preciso ser realista e ter paciência: o resultado definitivo só aparecerá após um ano de concluída a correção de cicatrizes.

Saiba que todo procedimento envolve riscos. Consulte sempre um médico.


Dra. Luciana L. Pepino.

Diretora Técnica Médica

CRM-SP: 106.491

RQE: 25827

Membro da ISAPS – International Society of Aesthetics Plastic Surgery

Membro da ASPS – American Society of Plastic Surgeon

Membro Especialista em Cirurgia Plástica pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica SBCP

Residência em Cirurgia Plástica no Hospital Universitário São José – Belo Horizonte – MG

Residência Médica em Cirurgia Geral no Hospital Universitário São José – Belo Horizonte – MG

Formada em Medicina pela faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais – Belo Horizonte – MG

Dra. Luciana L. Pepino.

Diretora Técnica Médica

CRM-SP: 106.491

RQE: 25827

Membro da ISAPS – International Society of Aesthetics Plastic Surgery

Membro da ASPS – American Society of Plastic Surgeon

Membro Especialista em Cirurgia Plástica pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica SBCP

Residência em Cirurgia Plástica no Hospital Universitário São José – Belo Horizonte – MG

Residência Médica em Cirurgia Geral no Hospital Universitário São José – Belo Horizonte – MG

Formada em Medicina pela faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais – Belo Horizonte – MG

Agende sua consulta

Deixe o seu comentário


    Leia Também

    Carregando...

    Campanha #ViralizeOBem

    Agora você tem em suas mãos a oportunidade de transformar vidas. 50 milhões. Não é prêmio acumulado da Mega-Sena. São 50 milhões de brasileiros passando fome. E você pode transformar essa triste realidade, participando da nossa missão!

    imagem de uma criança fantasiada de super-herói em meio a uma situação de miséria
    Quero ajudar!
    imagem de uma criança fantasiada de super-herói em meio a uma situação de miséria
    logo

    Campanha #ViralizeOBem

    Agora você tem em suas mãos a oportunidade de transformar vidas. 50 milhões. Não é prêmio acumulado da Mega-Sena. São 50 milhões de brasileiros passando fome. E você pode transformar essa triste realidade, participando da nossa missão!

    Quero ajudar!

    Assine nossa newsletter

    Assine e receba dicas, novidades, materiais e muito mais.

    whatsapp

    Cirurgias

    Procedimentos

    Links Úteis

    Telefones de Contato

    Políticas de Privacidade

    Dra. Luciana L. Pepino. Diretora Técnica Médica

    CRM-SP 106.491 | RQE: 25827

    logo

    2022. Dra. Luciana Pepino

    Todos os direitos reservados.