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Como escolher o sutiã ideal?

Veja como escolher o sutiã ideal para seus seios.

Se você é mulher, com certeza já passou pela experiência de ficar horas na frente do espelho escolhendo o modelo ideal para usar em alguma ocasião especial, não é mesmo? Quem nunca? O problema é que no dia a dia, porém, é comum a gente não dar muita trela para o tipo de sutiã que escolhe e acaba usando o que estiver à disposição. Isso, entretanto, prejudica não só a estética dos seios, mas traz outras complicações de saúde, como dores nas costas, seios caídos ou problemas como arranhões, alergias ou má circulação. No artigo de hoje, separamos algumas dicas para ajudá-la a escolher seu modelo ideal.

Veja os tipos de seios e os sutiãs ideias para cada um deles:

Seios caídos: esse tipo de seio é caracterizado pela posição da aréola das mamas, que se encontra na mesma direção da dobra inferior do seio. Para quem tem seios mais caídos, os modelos push-up, balconê e meia-taça ajudam a levantá-los.

Seios espalhados: no caso dos seios espalhados, eles ficam afastados um do outro e sua distribuição de volume pode exceder a largura das costelas. Se você tem peitos maiores, que geralmente têm esse formato, qualquer modelo pode ser uma alternativa de uso, mas os modelos sem espaço no centro e taças juntas irão proporcionar um melhor alinhamento dos seios com a largura do tronco.

Seios firmes: nesse caso, ao contrário dos seios caídos, a aréola fica centralizada e, sempre, acima da dobra da parte inferior do seio. Em geral, esses seios são mais firmes, menores e têm volume distribuído por igual, deixando-os arredondados. Se você tem esse tipo de seio, ele não precisa de sustentação, o que pede por qualquer modelo. Para dar mais volume, aposte no modelo com bojo-bolha.

Seios juntos: geralmente, quem tem seios grandes ou colocou silicone tem esse formato de seio. Os seios juntos têm as aréolas bem centralizadas e pedem por qualquer modelo de sutiã.

Seios flácidos: se você tem seios flácidos – porque perdeu muito peso, passou por uma gestação ou mesmo por fatores genéticos – e mais pesados provavelmente eles são um pouco caídos, também. Nesse caso, aposte em modelos de sutiãs que tragam mais apoio, como os push-ups com bojo-bilha.

Outras dicas importantes:

Considere também o tamanho para as costas
Além dos diversos números, muitas marcas apresentam taças de tamanhos diferentes (A, B e C) de acordo com o tamanho dos seios. Isso promove muito mais conforto para quem tem costas largas ou seios muito pequenos, por exemplo. Você pode ainda optar por um modelo maior sem que haja espaço na frente. Isso também inclui mulheres com as costas muito estreitas.

Aros de metal
Tão comuns nas prateleiras das lojas, os sutiãs com aros metálicos trazem um risco: eles podem romper a costura e machucar a pele. O ideal é sempre optar por marcas de ótima qualidade, pois elas apresentam um acabamento mais reforçado, com pontas arredondadas, o que evita arranhões nos seios.

Não aperte demais
Você pode aumentar os seios usando modelos com bojos e bolhas, por exemplo, mas evite apertar os seios para maximizar o efeito. Isso vai fazer você espremer suas mamas e essa dor terá repercussão nas costas e nos ombros, já que você prejudica toda a circulação sanguínea dessa região. Sem oxigênio, a pele também sofre com esse hábito e com certeza vai acelerar o processo de envelhecimento.

O tecido importa
Não basta só identificar o melhor número para você! É preciso ater-se também ao tecido, que deve ser de algodão. O tecido de algodão quase nunca causa reações alérgicas e também ajuda a pele a respirar melhor. Você pode variar com um tecido de elastano, por exemplo, escolhendo o mais confortável.

Cuidado com as alças
As alças também exigem cuidados e devem ser colocadas da forma correta. Em linhas gerais, as alças devem formar um triângulo de ponta cabeça, partindo dos ombros, cuja pontinha é o fecho do sutiã. Quando o sutiã está nessa posição, você garante seios mais firmes e não prejudica a coluna vertebral. Para fazer esportes, prefira modelos mais resistentes, pois há risco de rompimento das fibras elásticas durante a prática dos exercícios e isso pode desenvolver flacidez a médio ou longo prazo.

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Autor do Conteúdo

Foto DR. Luciana

| DRA. LUCIANA LEONEL PEPINO


  • Membro Especialista em Cirurgia Plástica pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica - SBCP.
  • Residência em Cirurgia Plástica no Hospital Universitário São José – Belo Horizonte (MG).
  • Residência médica em Cirurgia Geral no Hospital Universitário São José – Belo Horizonte (MG).
  • Formada em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais – Belo Horizonte (MG).