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Principais erros na cirurgia plástica: a importância de um bom profissional!

Locais inadequados para a realização de cirurgias plásticas, materiais impróprios para o uso no corpo humano e deformações irreversíveis: saiba como ficar longe deste pesadelo!

Fazer uma cirurgia para corrigir uma insatisfação estética é o sonho de muitas pessoas. Porém, infelizmente, casos gravíssimos de erros na cirurgia plástica podem fazer esse sonho se tornar um pesadelo ao gerar deformações, problemas de saúde e até mesmo a morte do paciente.

Isso não significa que você deve ficar com medo a ponto de desistir dos seus planos, mas sim que é preciso garantir que você seja acompanhada por um cirurgião plástico devidamente habilitado, capacitado e experiente, que coloque sua segurança em primeiro lugar.

Erros na cirurgia plástica: conheça os principais

Em geral, os pacientes de cirurgia plástica estão em boas condições gerais de saúde, o que faz essa intervenção ser menos arriscada em comparação a uma cirurgia cardíaca, por exemplo. Porém, esse fato não é garantia de que não haverá riscos.

Todo procedimento pode gerar complicações, e muitas vezes tudo o que o paciente pode fazer é confiar na experiência do médico escolhido. Por isso, vale a pena estar atenta aos principais erros na cirurgia plástica:

  1. Profissional sem qualificação

Um erro cometido por alguns pacientes é optar por falsos médicos ou profissionais que não têm as devidas certificações para realizar uma cirurgia plástica ou procedimento estético.

Já da parte do profissional, esse “erro” é uma grande irresponsabilidade que pode até mesmo configurar um ato ilícito. Infelizmente, conforme os relatos que vemos no noticiário, os casos de falsos médicos não são raros.

Dessa forma, o primeiro passo é verificar se o profissional está registrado no Conselho Regional de Medicina do seu estado e se ele é membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, o que comprova que ele tem a formação necessária.

erros na cirurgia plástica
  1. Local inadequado para a realização de procedimentos e cirurgias

Grande parte de complicações como infecção na região operada, infecção generalizada e parada cardiorrespiratória acontece quando os procedimentos estéticos e cirurgias plásticas são realizados em locais inadequados para essas funções.

No caso dos procedimentos estéticos que são menos invasivos, eles devem ser realizados em clínicas especializadas, e jamais em casas particulares ou salões de beleza – pois esses locais não oferecem as condições de higiene necessárias.

Já no caso das cirurgias plásticas, o local ideal é o hospital, que possui tanto a equipe treinada quanto os equipamentos necessários para contornar situações de emergência – especialmente quando se usa anestesia geral ou sedação intravenosa.

  1. Materiais impróprios para o procedimento

Outra causa muito importante de erros na cirurgia plástica é o uso de materiais inadequados para o procedimento ou até mesmo para o uso no corpo humano, como o PMMA e o silicone industrial.

O PMMA é um gel com micropartículas de acrílico utilizado na bioplastia, um preenchimento definitivo seguro para regiões pequenas, como nivelamento de cicatrizes e sulcos, aumento de lábios ou remodelação de nariz. Saiba mais sobre a bioplastia e suas indicações.

Porém, o PMMA não deve ser utilizado para aumentar o volume de regiões maiores como bumbum, coxas e panturrilhas, pois suas partículas podem se espalhar pelo corpo, sendo praticamente impossível removê-las em caso de alergias e intolerâncias.

Nesse caso, pode ser necessário fazer novas cirurgias com a remoção de tecido sadio para contornar esses problemas, o que traz graves deformidades estéticas e funcionais para o paciente, principalmente quando se trata de um PMMA de baixa qualidade.

Outro exemplo é o silicone industrial, um material amplamente disponível e de preço acessível, mas cujo uso no corpo humano é crime, pois ele não é estéril e pode causar graves infecções.

Por ser um líquido oleoso – diferente do silicone das próteses, que é um gel –, esse material tende a se espalhar pelo corpo, o que resulta em deformações e, em caso de infecção, pode levar a uma infecção generalizada e morte.

  1. Uso abusivo do anestésico local

Talvez você já tenha ouvido falar que a lipoaspiração é uma cirurgia perigosa em função da anestesia. Na verdade, nem a lipo nem a anestesia em si oferecem riscos maiores ou menores do que outras cirurgias, mas o uso inadequado do anestésico local sim.

A lipoaspiração tradicional deve utilizar a anestesia geral e, portanto, deve ser realizada no hospital. Contudo, como muitos pacientes ainda têm receio dessa anestesia, eles acabam optando pela hidrolipo, que pode ser feita com anestesia local e na própria clínica.

Contudo, o anestésico local é mais tóxico do que o geral, e por isso ele só pode ser utilizado em pequenas doses, ou seja, na lipoaspiração de uma região pequena, como a gordurinha das axilas.

Dessa forma, embora pareça mais prática do que a anestesia geral, não se deve fazer várias anestesias locais de uma vez, pois uma intoxicação pode levar a convulsões, arritmias cardíacas, colapso cardiovascular, coma e até mesmo morte.

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  1. Remover tecidos em excesso

Muitas vezes, tamanha é a vontade de resolver seu problema estético que tudo o que o paciente quer é remover o máximo de tecido possível, seja em uma lipoaspiração ou uma ninfoplastia.

Nesses casos, cabe ao cirurgião evitar os erros na cirurgia plástica ao determinar limites seguros para a intervenção – pois é mais fácil corrigir uma cirurgia que pecou por ser mais cautelosa do que pelo exagero.

Na lipo, por exemplo, é muito mais simples aspirar uma eventual gordurinha que tenha “sobrado” do que corrigir uma depressão formada pela retirada excessiva do tecido adiposo – embora essa possibilidade exista com o enxerto de gordura.

Já no caso da ninfoplastia, uma diminuição exagerada dos pequenos lábios não pode ser corrigida. Dessa forma, é mais seguro optar por uma cirurgia mais conservadora e observar a evolução dos resultados.

O melhor que você pode fazer para evitar essas complicações é ter o acompanhamento de um profissional qualificado. Por isso, a dica é agendar uma avaliação com a Dra. Luciana Pepino para ter certeza de que você está em boas mãos.

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